Archive for the Adulto Category

Flashbacks Collections – Drug Songs / Crazy & Obscure / Hot & Sexy (2005)

Posted in Adulto, Blues, Coletâneas, Jazz with tags , , , , , , , on 24/11/2014 by andremod

3910422Aqui temos 3 coletâneas de jazz e blues que pegam o período de 1914 a 1946, produzido e compilado pelo selo alemão Trikont. A peculiariedade dessas seleções está na temática escolhida, assuntos que na época eram tidos como tabus e não tinham bons olhos na sociedade conservadora, como drogas, insanidade, excentricidade, sensualidade, libido e sexo – todos as seleções para download no fim do post:

CAPAS

Musicas:
Vol.01 – High & Low (Drug Songs 1917-1944)
01. The Ink Spots – That Cat Is High
02. Champion Jack Dupree – Junker’s Blues
03. Harry “The Hipster” Gibson – Who Put the Benzedrine In Mrs. Murphys Ovaltine
04. Blue Lu Barker – Don’t You Make Me High
05. Kansas Joe & Memphis Minnie – I’m Wild About My Stuff
06. Stuff Smith & his Onyx Club Boys – You’re A Viper
07. McKinney Cotton Pickers – Selling That Stuff
08. Peter Cleighton with Blind John Davis – Moonshine Man Blues
09. Florence Desmond – Cigarettes, Cigars
10. Mills Blue Rhythm Band – Minnie The Moochers Wedding Day
11. Cab Calloway – The Ghost Of Smokey Joe
12. Waring’s Pennsylvanians – Let’s Have Another Cup Of Coffee
13. Victoria Spivey & Lonnie Johnson – Dope Head Blues
14. Ella Fitzgerald & Chick Webb & his Orchestra – Wacky Dust
15. Bukka White – Fixin’ To Die Blues
16. Memphis Jug Band – Cocaine Habit Blues
17. Baron Lee & The Rhythm Band – Reefer Man
18. Dick Justice – Cocaine
19. Asa Martin – Jake Walk Papa
20. Louis Armstrong – Kickin’ The Gong Around
21. Rosetta Howard & The Harlem Hamfats – The Candy Man
22. Ray Noble & The New Mayfair Orchestra – Repeal The Blues
23. Gene Krupa & his Orchestra – Feeling High And Happy
24. Jean Brady & Big Bill Broonzy – Knockin’ Myself Out
25. Herbert Payne – Smoke Clouds

Vol.02 – Novelty Songs (Crazy & Obscure 1914-1946)
01. The Andrew Sisters – Boogie Woogie Bugle Boy
02. Hossier Hot Shots – I Like Bananas Because They Have No Bones
03. Groucho Marx – I’m Against It
04. George Van Dusen – Yodeling Chinaman
05. The Ink Spots – Mama Don’t Allow
06. Lonzo & Oscar – I’m My Own Grandpa
07. Six Jumping Jacks – I Do Not Choose To Run
08. Spike Jones – Ta-Hu-Wa-Hu-Wai (Hawaiian War Chant)
09. Danny Kaye – Tchaikovsky (And Other Russians)
10. Ross & Sargent – Nellie The Nudist Queen
11. Kanaui e Lula – Tomi, Tomi
12. Billy Costello – I’m Popeye, The Sailor Man
13. Warings Pennsylvanians – I Scream, You Scream
14. Cab Calloway – The Scat Song
15. Jimmy Durante – Inka Dinka Doo
16. Carmem Miranda – I Yi Yi Yi Yi
17. Billy Murray – The Little Old Ford
18. Slim Gaillard e Slam Stewart – Palm Springs Jump
19. De Ford Bailey – Pan American Blues
20. Stan Laurel e Oliver Hardy – Bed Strings
21. The 5 Jones Boys – Mr Ghost Goes To Town
22. Ronald Frankau e Monte Crick – Everyone’s Got Sex-Appeal For Someone
23. Viennese Seven Singing Sisters – William Tell Overture
24. Memphis Jug Band – Insane Crazy Blues
25. Little Jack Little – I Always wanted to waltz in Berlin
26. Whit Cunlife – Hoch, Hoch Der Kaiser!
27. Spike Jones – Der Fuhrer’s Face
28. Eventuel Karl Valentin e Liesl Karlstadt – The Okey Laughing Record

Vol.03 – Copulation Blues ( Hot & Sexy 1926-1940)
01. Alberta Hunter – You Can’t Tell The Difference After Dark
02. Oscars Chicago Swingers – New Rubbing On That Darn Old Thing
03. Sophie Tucker – He Hadn’t Up Till Yesterday
04. Oscar Chicago Swingers – I Wonder Who’s Boogiein’ My Woogie Now
05. Mississippi Mud Mashers – Bring It On Home To Grandman
06. Harlem Hamfats w-Frankie Halfpint Jaxon – Wet It (Let The Good Work Go On)
07. Cab Calloway – Nobody’s Sweetheart
08. Mary Dixon – Daddy, You Got Ev’rything
09. Ethel Waters – My Handy Man
10. Butterbeans e Suzie – Elevator Papa, Switchboard Mama
11. Lil Johnson e Black Bob – Press My Button, Ring My Bell
12. Bea Foote – Try And Get It
13. State Street Singers – Don’t Tear My Clothes No. 2
14. Victoria Spivey – Black Snake Blues
15. Clarence Williams – Street Walkin’ Blues
16. Tampa Red´s Hokym Jazz Band – My Daddy Rocks Me (With One Steady Roll)
17. Hokum Boys – Caught Us Doin’ It
18. Clarence Williams – Organ Grinder Blues
19. Unbekanntes Duett – Electric Man
20. Blind Boy Fuller – Shake It, Baby
21. Bob Howe e Frankie Giggs – Hottest Stuff In Town
22. Light Crust Dough Boys – Pussy, Pussy, Pussy
23. Mae West – A Guy What Takes His Time
24. Art Fowler e his Ukulele – No Wonder She’s A Blushing Bride
25. Lucille Bogan – Shave ‘Em Dry

Download: CD01 / CD02 / CD03

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Valentina – Downloads (69/88/08)

Posted in Adulto, Desenho, Quadrinho with tags , , , , , on 18/08/2013 by andremod

Valentina Tomo 1Eis aqui 3 quadrinhos (HQ) da obra de Crepax, da sua musa inspiradora, “Valentina“, a primeira é “Valentina – Crepax Erotic Vol.01“, lançada em 1969, e com tradução em francês pelo tradutor Paul-Louis Thirard, traz 124 paginas de um dos contos mais clássicos de Crepax (PDF). A outra hq é “Valentina – Crepax Tomo 1“, lançada em 2008 pela “Norma Editorial”, mostra a historia de Valentina desde a infância, passando por sua adolencia, através de varias pequenos contos (JPG – Italiano), e pra finalizar “Valentina de Botas”, lançado em 1988, pela editora “L&PM”, mostra através de 65 paginas os devaneios e pirações de Valentina (JPG – Português). Todos os arquivos num único link pra download no fim do post!

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Curiosidades – Valentina (Crepax)

Posted in Adulto, Curiosidades, Desenho, Quadrinho with tags , , , , , on 18/08/2013 by andremod

Valentina-1Valentina: personagem criada em 1965 na Itália pelo arquiteto Guido Crepax, iLouise+Brooksnspirada na atriz Louise Brooks (foto/destaque), de quem Crepax era grande fá. A principal característica era o erotismo e os devaneios que pro muitas décadas povoou o imaginário masculino. Ela se tornou um símbolo dos anos 60, como uma figura inquietante, carregada de tonalidade utópicas e experimentações libertarias, desejos bizarros e conturbadores. Com lábios carnudos, cabelo Chanel e quase sempre desnuda, as paginas tinham um clímax de erotismo tenso e controlador.
Quadrinhos: Valentina apareceu pela primeira vez na Revista Linus, no mesmo ano de sua criação (1965), no Brasil sua estreia foi apenas na 7ª edição da revista “Grilo”, em meados dos anos 70, a revista era um apanhado de vários personagens diferentes, de desenhistas variados do mundo todo, e muito renomados.

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Cinema: dentro da telona ela foi retratada de maneira inspiradora no filme de 1973, “Baba Yaga”, do diretor italiano Conrado Farina, quer era grande fã da obra de Crepax. O nome Baba Yaga vem de uma lenda do foclore europeu ocidental, com o significado de uma Bruxa ou Espirito Demoniaco da Floresta, neste caso da figura pervesa que Valentina conhece em uma de suas andanças por Milão que posteriormente transformaria sua vida num inferno. Mesmo raro, o filme já está disponível em DVD!

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Televisão: com roteiro de Gianfranco Manfredi e direção de Gianfranco Giagni foi criado em 1989 a serie “Valentina”, mas infelizmente o sucesso esperado não foi alcançado, a serie foi feita num estilo de vídeo clip dos anos 80, banal, nudez gratuita no lugar das fantasias surrealistas, a serie apenas se salva a beleza da atriz “Demetra Hapton”, mas não foi suficiente, que o projeto foi engavetado.

Guido Crepax

Nasceu em Milão, em 1933, seu nome verdadeiro era “Crepas”, mas por motivos profissionais e estéticos trocou o “S” pelo “X”. Formou-se em crepax_32_thumb_307arquitetura em 1958, mas cinco anos antes já vivia dos traços que o tornariam conhecido, mas na área de publicidade, trabalhando em capas de livros e discos. Em 1957 ganhou a Palma de Ouro por uma campanha criada para a Shell! Em 1959, começou uma longa colaboração para a revista cientifica “Tempo Medico”, na qual trabalhou em de 200 capas, em 1965 passou a ilustrar um quis médico chamado “Clinicommedie”, escrito por “Mister Hyde” e Pino Donizetti, neste mesmo ano aconteceria sua estreia nas paginas da Revista Linus. Nesta ocasião tinha criado o personagem critico de arte e investigador, “Philip Rembrandt”, também conhecido como “Neutron”, a coadjuvante era sua namorada e fotografa Valentina, com quem acabou se casando na historia. Ela mudou o sentido da serie e da carreira de Crepax, tornando-se protagonista da historia e mais importante personagem de quadrinhos eróticos de todos os tempos. Depois de Valentina, Crepax deu origem as outras musas da HQ, como Anita, Bianca e Belinda, e também assinou sofisticadas versões para quadrinhos clássicos, como “A Historia de O”, “Emmanuelle” & “Sade”, lançadas no Brasil pela editora “L&PM”. Também fez releituras para “Conde Drácula”, “Douto Jekyll e Mister Hyde”, e seu ultimo trabalho foi em 2002, com a obra de “Frankenstein”, lançadas no Brasil pela editora “Martins Fontes”. No entanto existe obras mais maduras, exemplo fica para “Lanterna Magica”, lançada em 1979, que conta a historia feita sem os balões de texto e ainda continua inédita no Brasil, apenas na Europa. Crepax faleceu em 2003, morreu com 70 e deixa uma obra imortal!valentina-guido-crepax-1800x1391

Curiosidades – Drogas

Posted in Adulto, Curiosidades with tags , , , , on 10/01/2012 by andremod

Na década de 60, os  adolescentes, mais especificamente os Mods, tinham uma ligação perigosa com a noite e a forma agitada de levar a vida, buscando sempre estar num ritmo acelerado, atraves das drogas e medicamentos, o que se tornou parte da identidade desta cultura, conheça as principais e suas caracteristicas:

# Dexedrine (ou Dexies): estimulante de cor amarelada, era a preferida dos jovens, por ter o efeito mais rapido, acelerando os batimentos e reflexos, diminuindo o cansaço, sono e apetite. A droga é referencia no nome da banda “Dexys Midnight Runners“, conhecido grupo que misturava punk & soul, no fim dos anos 70.
# Durophet (ou Blackbombers): combinada de sais de anfetamina e metaqualona, conhecida como “Blackbomber” por ter a capsula na cor preta, esta foi a droga que matou Brian Jones & Amy Winehouse.
# Drinamyl (ou Purple Hearts): tinha uma forma triangular que lembra um coração, na cor azul, tinha em sua formula uma combinação de anfetaminas e barbitúricos. Com os anos e proibições o Drinamyl foi reformulado e renomeado para “French Blues”. A banda Mod Revival, “Purple Hearts“, tem seu nome referido ao medicamento!

Em 1964, o governo britanico fez uma lei proibindo vender, portar ou importar tais medicamentos, visto a febre que tomava conta dos jovens, isso só fez aumentar a procura e piorar o consumo, porem a fabricação e a prescrição ainda eram permitidas. O consumo de anfetaminas para fins recreativos atingiu seu pico nos anos 70, impulsionado principalmente por três subculturas diferentes: Hippies (apenas por ser mais uma forma de se drogar), SoulBoys (os primeiros a usar como uma droga de dança – Northern Soul) & por fim os Punks, que encontraram um jeito barato de curtir, visto que os remedios tinham preços populares para época!

Maconha: droga consumida desde os anos 50, por Teddy Boys e pelos primeiros Mods (1958), que curtiam ao som de Blues, R&B e Jazz, essa ligação ficou muito mais forte com os primeiros imigrantes jamaicanos que chegavam em busca de trabalho, a identificação foi rapida, graças a musica da ilha que emplacava nas festas na segunda metade dos anos 60, com Skins e Rude Boys.

Skin (1992)

Posted in Adulto, Quadrinho, Skinhead with tags , , , , on 22/11/2011 by andremod

Skin: graphic novel escrita por Peter Milligan, desenhada por Brendan McCarthy e arte final de Carol Swain. Conta a história de um jovem Skinhead , Martin Atchitson, que cresceu em Londres durante a década 70 com uma rara doença chamada “Talidomida“, com defeitos no desenvolvimento dos braços, o que dificulta seus movimentos e assim vira piada dos demais. Seu lançamento era pra ser pela 2000AD Editora, mas foi recusada por ter um conteudo muito acido e adulto, o que adiou seu lançamento por algum tempo, sendo então resgatada por Kevin Eastman ‘s Tundra Publishing em 1992, e assim tendo seu lançamento oficial. (Material adulto improprio para menores de 16 anos)

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