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V.A. – Black Brasil Vol. 03 (Coletâneas Especiais A Cena – 2015)

Posted in Black Brasil, Coletâneas, Coletâneas A Cena, Samba Rock with tags , , , , , , on 10/02/2015 by andremod

01Depois de um longo inverno (ou verão…rs), chegamos com mais um volume da coletânea “Black Brasil”, com o melhor do groove e samba rock nacional, resgatando sempre obscuridades e raridades da musica negra brasileira. Destaque aqui fica para o clássico do mestre Jorge Ben (Se Segura Malandro), as pesadíssimas “Eu queria ser negro” do cantor Marcus Pitter & “Big Splash” do duo Som Orlando Silveira e Gerson King Combo (que também é destaque na capa da compilação) e a inusitada “Não empure, não force” do grupo infanto-juvenil “A Patotinha”…no mais é baixar e dançar:

Musicas:
01. Emilio Santiago – Brother
02. Silvio Cesar – Falar é fácil
03. Lady Zu e Totó – Hora de união
04. Jorge Ben – Se segura malandro
05. The Fevers – O amor é a razão
06. Silvio Brito – Namoradinha do mundo
07. Evinha – Esperar pra ver
08. Marcus Pitter – Eu queria ser negro
09. Fernando Mendes – Não vou mudar
10. Wanderley Cardoso – Vou embora vou sumir
11. José Augusto – Eu sou assim
12. Som Três – Take it easy my brother Charles
13. Som Orlando Silveira feat. Gerson Combo – Big Splash
14. Odair José – Nunca mais
15. A Patotinha – Não empurre, não force

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Gerson King Combo – Discografia (1969 a 2001)

Posted in Black Brasil, Especial A Cena, Funk, Samba Rock, Soul with tags , , , , , , , , on 13/10/2013 by andremod

GKC 01Nascido em Madureira, subúrbio do Rio de Janeiro, Gerson Cortes (foto a esquerda)começou sua carreira fazendo dublagem no programa Hoje é Dia de Rock, de Jair de Taumaturgo. Depois, levado GKC 03pelo irmão (Getúlio Cortes, compositor de “Negro Gato”), começou a dançar no programa Jovem Guarda, de Roberto e Erasmo Carlos. Influenciado pela música negra, Gerson cantou nas bandas de Erlon Chaves e Wilson Simonal, da banda Fórmula 7 e fez parte do embrião da Banda Black Rio. Em carreira solo adotou o nome Gerson King Combo (alusão a uma banda de soul music chamada King Curtis Combo). Seu estilo “James Brown” causou sensação e foi aclamado o rei dos bailes blacks cariocas, em 1969 gravou o álbum “Gerson Combo Brazilian Soul” com versões para clássicos da música brasileira como Asa Branca de Luiz Gonzaga , porém seus maiores sucessos foram lançados em meados da década de 1970 “Mandamentos Black, “Jingle Black” e “o Rei Morreu”, e seu último sucesso gravado foi em 1984, o compacto “Melô do Mão Branca”. Com a queda do Gerson+King+Combo+Gerson+Combo+Verdadeiro+Bailemovimento Black dos anos 1980 no cenário musical, Combo ficou no ostracismo. Retornou nos anos 1990 fazendo alguns shows e gravando o disco “Mensageiro da paz”. Segundo Gerson, seu interesse pela black music por influência do irmão Getúlio, o pai dos dois não queria que os filhos fizessem amizade com pessoas ligadas ao samba, já que o ritmo era marginalizado na época. Mesmo tendo regravado clássicos da música brasileira, Gerson é adepto de fusões rítimcas como o Samba funk ou o Samba rock , presente na obra de outros artistas brasileiro de soul como Tim Maia. Em 2010, Gerson King Combo foi tema do documentário “Viva Black Music”. Atualmente esta em produção de seu primeiro dvd, em homenagem a sua carreira de 50 anos e seus 70 de vida! Abaixo segue a discografia de GKC, de 1969 até 2001 – todos os discos em um único link pra download no fim do post! 

Gerson-King-Combo_Stevie-Wonder_Rio_1972

Gerson King Combo & Stevie Wonder ( Gravadora Odeon – Rio de Janeiro – 1972)

Gerson King Combo (1970) Gerson Conbo e a Turma do Soul

Discografia:
1969 – Gerson King Combo e a Turma do Soul
01. Mulher rendeira / Juliana / Fiz a cama na varanda
02. Aos pés da Santa Cruz
03. Quero voltar pra Bahia
04. Eu sonhei que tu estavas tão linda
05. Na baixa do sapateiro
06. Demais ninguém me ama / Ternura Antiga
07. Xote das meninas
08. Is that law
09. Prece ao vento nunca mais
10. Mal me quer jardineira
11. Teu cabelo não nega / As pastorinhas
12. Primavera

1977 – Gerson King Combo
01. Mandamentos Black
02. Just for you
03. Andando nos trilhos
04. Esse é nosso black brother
05. Swing do rei
06. Hereditariedade
07. Foi um sonho só
08. Uma chance
09. God save the king
10. Blows

1978 – Volume II
01. Pro que der e vier
02. Hey você
03. Funk brother soul
04. E Moisés Soul
05. Meu nome é
06. Na trilha do coração
07. É melhor pra nós dois
08. Good bye
09. Tenho um vulcão dentro de mim
10. Por isso vou te amando
11. Aquela Brincadeira

1984 – Melo da Mão Branca (Compacto)

2001 – Mensageiro da Paz
01. Brigas
02. Mensageiro da paz
03. Desce ai
04. Mandamentos Black
05. Não avance o sinal
06. Tudo é possível
07. Força e poder
08. Problema social
09. Eu soul
10. Uma chance
11. Persornal trainer
12. Só o tempo
13. Funk brother soul
14. Pesornal trainer (play back)

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Marku Ribas – Underground (1973)

Posted in Black Brasil, Funk, Jazz, Samba Rock, Soul with tags , , , , , , , on 07/04/2013 by andremod

CAPAUnderground: disco essencial do musico Marku Ribas, lançado em 1973, com arranjos do maestro Erlon Chaves, traz pérolas musicais como a maravilhosa “5,30 Schoelcher”, som impecável e letra memorável: “raios solares entram na minha mente, iluminando o coração / e meu espírito contente me mostra a direção do mar”, “N’ Biri N’ Biri”, uma brilhante adaptação para  música do folclore africano, “Pacutiguibê Iaô“, com muita percussão & suingue num provável hit de terreiro de Umbanda, “Matinic Moins”, que mostra influências de sua estada de 7 anos na Martinica, com a verve latina em ação e guitarra a la Santana. “Orange Lady”, um samba rock dançante e letra que narra uma confusão no salão às 3 da matina. Mas o grande destaque fica para o classico “Zamba Ben”, gravada na época da ditadura militar, quase foi vetada pela impiedosa censura da época, ele compôs a música original sem letra, a fim de usar sua voz como um instrumento. Um dos censores estranhou aqueles dialetos indecifráveis e pediu uma letra pra música ser aprovada. Marku escreveu a letra na hora e a música enfim foi liberada.

marku-ribas-cavalo-da-alegria

Marco Antonio Ribas (Marku Ribas): nasceu em Pirapora em 19 de maio de 1947, foi um cantor, compositor e percussionista, dentro de varios estilo diversos como o Soul, Samba, Samba Rock, Jazz, Funk, Reisado, Batuque e ritmos africanos. Foi um dos nomes mais importantes do meio musical de Minas Gerais, criou uma onda que chamou de “Polirritmia”, em que tirava som do próprio corpo. Em 50 anos de profissão, Marku Ribas trabalhou com vários artistas, desde o pessoal do Clube da Esquina (Milton Nascimento & Lô Borges) até os mais jovens, como Ed Motta e Marcelo D2. Também atuou no cinema, nos filmes “Batismo de sangue”, “Chega de saudade” & “Como uma onda”. Porém Ribas lutava contra o câncer desde o ano passado, e desde a última quarta-feira estava internado em um hospital em Belo Horizonte, mas infelizmente acabou falecendo no utlimo dia 06/04 (sábado), no proximo 19 de maio ele completaria 66 anos & 50 de carreira, ele deixa mulher, a ex-jogadora de vôlei Fatão Ribas, e as filhas Júlia e Lira.

Musicas:
01. Zamba ben
02. 5-30 schoelcher
03. O adeus, segundo Maria
04. Nibiri nibiri
05. Porto Seguro
06. Pacutiguibê iaô
07. Madinina
08. Tira teima
09. Matinic moins
10. Orange lady

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R.I.P. – Marku Ribas

Posted in Black Brasil, RIP with tags , , on 07/04/2013 by andremod

2658O compositor, cantor e instrumentista Marku Ribas morreu aos 65 anos na noite deste sábado em decorrência de um câncer no pulmão. Ele estava internado no hospital Lifecenter, em Belo Horizonte, desde a última quarta-feira. A morte do músico foi confirmada por sua filha, Lira Ribas. Segundo ela, a causa da morte foi insuficiência respiratória. Ribas foi diagnosticado com câncer no pulmão no ano passado. “Os médicos disseram que os exames estavam bons, mas o pulmão dele não aguentou”, disse Lira. A mulher do músico, Maria de Fátima Ribas, informou que os médicos tinham diagnosticado uma metástase –espalhamento do câncer para outros órgãos, que havia comprometido também a pleura do músico.”Ele acabou de falecer. Teve uma morte linda, com as filhas cantando ao lado dele”, disse a viúva do músico à Folha. A família ainda não decidiu onde o compositor será sepultado. O velório acontece neste domingo, ainda sem mais informações. O músico, que completaria 66 anos no dia 19 de maio, deixa a mulher e duas filhas, Lira e Júlia Ribas. Marku também foi incentivador da carreira de seu sobrinho, o percussionista Amoy Ribas.

Trajetoria

Nascido em Pirapora, no interior de Minas Gerais, Marco Antônio Ribas completou 50 anos de carreira em 2012. Recentemente, convidado a participar de um show em homenagem a Amado Maita, Ribas cancelou sua participação devido à piora em seu estado de saúde. Marku Ribas gravou seu primeiro disco, “Flamingo”, em 1966. Em sua carreira, lançou 12 álbuns de estúdio, com destaque para “Underground” (1973), “Marku” (1976) e “Barrankeiro” (1977). O músico, que tocou com nomes como Nara Leão, Wagner Tiso, Djavan, Chico Buarque, João Donato, entre outros, viveu quatro anos no Caribe, dois anos na Ilha de Martinica e dois anos na Ilha de Santa Lúcia, onde se encontrou pela primeira vez com Bob Marley ainda conhecido como Robert, cantor do conjunto The Wailers. Em 1984, Marku Ribas foi convidado por Mick Jagger a participar do clipe da música “Just Another Night” (ver Video)e a tocar com o Rolling Stones, no ano seguinte, no tema “Dirty Work”.

Os Incríveis Incríveis (Coletanea Especial A Cena – 2013)

Posted in Black Brasil, Brazilian Nuggets, Coletâneas, Coletâneas A Cena, Jovem Guarda, Samba Rock with tags , , , , , , , , on 31/01/2013 by andremod

CAPAOs Incríveis: foi uma banda brasileira de rock dos 60 e 70, formada em São Paulo por Domingos Orlando (Mingo), Waldemar Mozema (Risonho), Antônio Rosas Seixas (Manito), Luiz Franco Thomaz (Netinho) e Demerval Teixeira Rodrigues (Neno), que foi substituído em 1965 por Lívio Benvenuti Júnior (Nenê). Inicialmente, a banda chamava-se The Clevers e, em seus shows, tocavam principalmente twist, estilo em moda no início da década de 1960. O sucesso veio durante o período da Jovem Guarda, o grupo alterou o nome após romper com o empresário Antonio Aguilar, que era o dono da marca The Clevers, com a mudança de nome e canções populares como “Era um Garoto Que, Como Eu, Amava os Beatles e os Rolling Stones”, “O Milionário” e “Eu Te Amo, Meu Brasil”. Ao longo dos anos de 1970, ex-integrantes dos Incríveis formariam outras importantes bandas do rock brasileiro, Netinho montou a banda Casa das Máquinas e Manito juntamente com Pedro Baldanza e Pedro Pereira da Silva formaram o famoso grupo progressivo Som Nosso de Cada Dia. Recentemente, o grupo voltou a se reunir em algumas ocasiões. Nos anos 90 a banda voltou graças ao revival que aconteceu sobre a Jovem Guarda, resgata por bandas como Engenheiros do Havaii, Graforreia Xilarmonica…entre outras, e esporadicamente faz shows e apresentações na tv.

Musicas:
01. Mundo de amor
02. Vendedor de banana (cover Jorge Ben)
03. Castigo
04. Jurema (cover Tim Maia)
05. Ogum
06. Você pensa que é a tal
07. Kokorono-Niji
08. See saw (cover Aretha Franklin)
09. Estou a perigo
10. Que coisa linda
11. With a girl like you (cover Troggs)
12. Israel
13. Por onde é que eu vou
14. Giulieta
15. Piangi con me (cover Rokes)
16. Eu te amo meu Brasil
17. Time is on my side (cover Rolling Stones)
18. Eu sou humilde
19. Uma rosa para Dita
20. I got you / I feel good (cover James Brown)
21. Kriola
22. Estrada do sol
23. Te amo (cover Zombies)
24. Eu preciso me livrar de você
25. Knock on wood (cover Eddie Floyd)
26. Mundo louco (cover Tremeloes)
27. Hold Tight (cover Dave Dee Dozy Beaky Mick & Tich)
28. You keep me hanging on (cover Supremes)
29. Hi-Lili, Hi-Lo
30. O vagabundo (Giramondo)
31. Adeus amigo vagabundo
32. Nosso abraço aos Beatles & Rolling Stones
33. Era um garoto que como eu amava os Beatles e os Rollings Stones (cover Franco Migliacci)

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Tim Maia – Especial Classicos (Coletanias Especiais A Cena – 2013)

Posted in Black Brasil, Coletâneas, Coletâneas A Cena, Samba Rock, Soul with tags , , , , , , , on 20/01/2013 by andremod

CAPATim Maia: ou Sebastião Rodrigues Maia, nasceu no Rio de Janeiro em 28 de setembro de 1942…. foi cantor, compositor, produtor, maestro, multi-imagesinstrumentista & empresário, responsável pela introdução do Soul na música
popular brasileira e reconhecido mundialmente como s maiores ícones da música no Brasil. Nasceu e cresceu na cidade do Rio de Janeiro, onde, em sua infância, já teve contato com pessoas que viriam a ser grandes cantores, como Jorge Ben Jor & Erasmo Carlos. Em 1957, fundou o grupo The Sputniks, onde cantou junto a Roberto Carlos. Em 1959, emigrou para os Estados Unidos, onde teve seus primeiros contatos com o Soul, vindo a ser preso e deportado por roubo e porte de drogas. Em 1970, gravou seu primeiro disco, intitulado Tim Maia, que, rapidamente, tornou-se um sucesso país afora com músicas como “Azul da Cor do Mar” e “Primavera”. Nos três anos seguintes, lançou vários discos homônimos, fazendo sucesso com canções como “Não Quero Dinheiro” e “Gostava Tanto de Você”. De 1975 a 1977, aderiu à doutrina filosófico-religiosa conhecida como Cultura Racional, lançando, nesse período, as músicas “Que Beleza” e “Rodésia”. Pela decadência de suas músicas influenciadas por essa escola filosófica,
desiludiu-se com a doutrina e voltou ao seu estilo de música anterior, lançando sucessos como “Descobridor dos Sete Mares” e “Me Dê Motivo”. Em 1988,
venceu o Prêmio Sharp na categoria de melhor cantor. Muitas de suas músicasTim+Maia+++Seroma++1976 foram gravadas sob a editora Seroma e a gravadora Vitória Régia Discos, sendo um dos primeiros artistas independentes do Brasil. Ganhou o apelido de “síndico do Brasil” de seu amigo Jorge Ben Jor na música W/Brasil. Na década de 1990, diversos problemas assolaram a vida do cantor: problemas com a Globo e a saúde precária, devido ao uso constante de drogas ilícitas e ao agravamento de seu grau de obesidade. Sem condições de realizar uma apresentação no Teatro Municipal de Niterói, saiu em uma ambulância e, após duas paradas cardiorrespiratórias, faleceu em 15 de março de 1998. É amplo seu legado à história da música brasileira, e sua obra veio a influenciar diversos artistas, como seu sobrinho Ed Motta. A revista Rolling Stone classificou Tim Maia como o maior cantor brasileiro de todos os tempos, e também como o 9º maior artista da música brasileira.

Musicas:
01. A fim de voltar
02. Bom senso
03. Canário do reino
04. Chocolate
05. Compadre
06. Coroné Antônio Bento
07. Cristina
08. Do leme ao pontal
09. Ela partiu
10. Eu amo você
11. Guine Bissau, Moçambique e Angola
12. Idade
13. Imunização Racional
14. Jurema
15. Márcio, Leonardo e Telmo
16. Me dê motivos
17. Não quero dinheiro
18. Não vou ficar
19. No caminho do bem
20. O balanço
21. O grão mestre varonil
22. Padre Cícero
23. Primavera
24. Que beleza
25. Quer queira Quer não queira
26. Réu confesso
27. Risos
28. Rodésia
29. Salve Nossa Senhora
30. Sossego
31. Telefone
32. Terapêuta do grito
33. Vale tudo
34. Você e eu, Eu e você (juntinhos)
35. Você fingiu
36. Você
37. Vou com gás

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V.A. – Black Brasil Vol.02 (Coletania Especial A Cena – 2012)

Posted in Black Brasil, Bossa Grooves, Coletâneas, Coletâneas A Cena, Funk, Samba, Samba Rock with tags , , , , , , , , on 11/08/2012 by andremod

Pra começar bem o mês e deixar todo mundo animado por fim de semana, aqui vai o 2º volume da coletania Black Brasil, organizado pelo blog, e exaltando o melhor do Samba, Samba Rock, Bossa Grooves & Funk, sempre com classicos e raridades de responsa pra não deixar ninguem parado, agora é baixar e dançar:

Musicas:
01. Abilio Manoel – Rosa cor de rosa
02. Bezerra da Silva – A semente
03. Bossa Rio – Que pena
04. Chocolate da Bahia – Não deixo não
05. Conjunto Sergio Carvalho – Vem quente que eu estou fervendo
06. Cravo e Canela – Amor em Jacuma
07. Dom Salvanini – St Tropez
08. Elza Soares – Mas que nada
09. Golden Boys – Eu bebo sim
10. Mandrake Som – Deixa isso pra lá
11. Marcia Maria – Meu amigo branco
12. Mussum – A vizinha (pega ela peru)
13. Os Carbonos – Minha menina
14. Tânia Maria – Fio Maravilha
15. Tereza Gam – Dedo na viola
16. Tim Maia – Risos
17. Toni Tornado – Eu disse amém
18. Trio Mocoto – Onde Anda o meu amor
19. Waltel Blanco – Diana
20. Zito Righi – Poema ritmico do malandro

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