Archive for the Glam Rock Category

Lou Reed – Greatest Hits / Steel Box Collection (2008)

Posted in Coletâneas, Glam Rock, Hard Rock with tags , , , , , on 31/10/2013 by andremod

CAPALou Reed: nasceu no Brooklyn (Nova Iorque) em 2 de março de 1942, foi um cantor, guitarrista e compositor norte-americano, considerado o 81º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. Foi também um dos vocais da banda Velvet Underground, influenciando Iggy Pop, New York Dolls & David Bowie, e mais tarde toda a cena pós-punk inglesa. O Velvet Underground foi patrocinado inicialmente por Andy Warhol, e os integrantes da banda costumavam frequentar o Max’s Kansas City, uma casa noturna e restaurante na Park Avenue South, 213, em Nova York, ponto de encontro de artistas, poetas, trapaceiros, homossexuais e músicos. Andy Warhol e seu séquito dominavam a sala dos fundos do Max’s Kansas City, e David Bowie, Alice Cooper, Iggy Pop e também Lou Reed eram todos parte da cena. Em 1975, a casa foi reaberta e se tornou um dos lugares de nascimento do punk rock. Lou Reed influenciou profundamente o rock alternativo e underground em todo o mundo. Seus álbuns solo tratavam de temas como amor, experimentação sexual, alienação, vício, contradições agressivas, de “Transformer” (1972), “Berlin” (1973) e “Metal Machine Music” (1975) a “New York” (1989). Rejeitando o pop da Califórnia e o estilo hippie, Reed cantava fora da melodia, em seu ramerrão nova-iorquino. Lou Reed teve um envolvimento romântico com um travesti, Rachel, que inspirou a canção “Coney Island Baby” e cuja foto está na capa de “Walk on the Wild Side”. Reed sempre objetou à autoridade. Sofreu tratamento de eletrochoques em um hospital psiquiátrico por duas vezes, quando jovem. Era um rebelde urbano de classe média e amava a literatura de Allen Ginsberg. O que não surpreende, porque Ginsberg também visitou Princeton na época. O último show de Lou Reed em São Paulo aconteceu no Sesc Pinheiros, em novembro de 2010. Ele tocou “Metal Machine Music”, que o público não compreendeu; algumas pessoas foram embora. Ficaram confusas. Em maio de 2013 passou por um transplante de fígado. Voltou a ser internado em julho com um quadro de desidratação severa, vindo a morrer em 27 de outubro do mesmo ano.

Musicas:
01. Wild Child
02. Walk on the Wild Side
03. Vicious
04. Satellite of Love
05. Caroline Says 1
06. Sally Can’t Dance
07. Temporary Thing
08. Coney Island Baby
09. Shooting Star
10. The Gun
11. Tell It to Your Heart
12. I Love You, Suzanne

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R.I.P. – Lou Reed

Posted in Glam Rock, Hard Rock, RIP with tags , , , , on 28/10/2013 by andremod

575718_561994313872401_193857468_nMorreu neste domingo, 27, aos 71 anos, o extremamente influente compositor e guitarrista Lou Reed, que ajudou a dar forma a quase 50 anos de rock. A causa da morte não foi oficialmente confirmada, mas ele havia passado por um transplante de fígado em maio. No fim da década de 60, com o Velvet Underground, Reed fundiu a urgência das ruas com elementos da música avant-garde da Europa, casando beleza e barulho, enquanto dava toda uma nova honestidade, em termos de letras, à poesia do rock. Como artista solo criativo, entre as décadas de 70 e 2010, ele estava sempre surpreendendo e desafiando os fãs com seu estilo camaleônico. Glam, punk e rock alternativo são todas coisas impensáveis sem ele.

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Lewis Allan “Lou” Reed nasceu no Brooklyn, em 1942. Fã de doo-wop e dos primórdios do rock (em uma cerimônia tocante, ele ajudou a introduzir Dion ao Hall da Fama do Rock, em 1989), Reed também devia parte de sua formação e inspiração ao período em que estudou na Universidade de Syracuse com o poeta Delmore Schwartz. Depois da faculdade, ele trabalhou como compositor para o selo Pickwick Records (com a qual conseguiu um pequeno hit em 1964 com a paródia dance “The Ostrich”). Em meados da década de 60, ele ficou amigo do músico John Cale, de formação clássica. Reed e Cale formaram uma banda chamada Primitives, depois mudaram o nome para The Warlocks. Depois de conhecer o guitarrista Sterling Morrison e a baterista Maureen Tucker, eles se tornaram o Velvet Underground.

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A banda chamou atenção de Andy Warhol. “Andy costumava exibir os filmes dele na gente”, Reed contou certa vez. “Usávamos preto para que desse para ver o filme. Mas a gente só usava preto, de qualquer forma”. Com “produção” de Warhol, mas sem qualquer repercussão comercial, ao ser lançado no início de de 1967, o disco de estreia do VU, The Velvet Underground & Nico, é hoje um marco na história da música que pode ser comparado a Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, ou Blonde On Blonde, do Bob Dylan. As descrições de Reed a respeito da vida boêmia de Nova York, com alusões a drogas, e sadomasoquismo, eram invejáveis até aos momentos mais sombrios dos Rolling Stones, enquanto as doses generosas de distorção e barulho gratuitos revolucionavam a guitarra no rock. Os três discos seguintes da banda, White Light/White Heat (1968), The Velvet Underground (1969) e Loaded (1970), foram também ignorados. Mas seriam admirados por gerações futuras, fixando o status do Velvet Underground como uma das bandas mais influentes de todos os tempos, nos Estados Unidos. Depois de se separar dos Velvets em 1970, Reed foi para a Inglaterra e, seguindo sua tradição de ser paradoxal, gravou um disco solo com apoio dos integrantes da banda de rock progressivo Yes. Mas foi o disco seguinte dele, Transformer (1972), produzido pelo discípulo de Reed, David Bowie, que o elevou para além do status de cult, fazendo dele um genuíno astro do rock. Apesar da alusão a sexo oral, “Walk On the Wild Side”, uma evocação carinhosa, embora não fosse sentimental, à cena do estúdio de arte Factory, de Warhol, se tornou um hit nas rádios e “Satellite of Love” ganhou muitas covers, incluindo uma versão do U2. Reed passou a década de 70 desafiando expectativas quase como se isso fosse um esporte. Berlin (1973) era uma literariamente pomposo enquanto Sally Can’t Dance (1974) tinha sopros do soul e guitarras ousadas. Em 1975, ele lançou Metal Machine Music, um experimento barulhento que o selo RCA vendeu como música clássica avant-garde, enquanto em 1978 saiu o ao vivo Take No Prisoners que era quase como um álbum de comédia em que Reed destruía nominalmente críticos de rock (“Lou certamente é um adepto de descobrir novas maneiras de cagar nas pessoas”, disse um desses críticos, Robert Christgau, naquela época). Ao explicar a trajetória inusitada da carreira, Reed disse ao jornalista Lester Bangs: “As minhas merdas valem mais do que os diamantes das outras pessoas .”

The Velvet Underground and Nico

A personalidade sexualmente ambígua de Reed e o abuso de drogas ao longo dos anos 70 ajudaram a fazer dele um mito do rock. Mas na década seguinte, ele começou a ficar mais suave. Se casou com Sylvia Morales e mostrou um pouco da vida de recém-casado no excelente The Blue Mask (1982), o melhor trabalho dele desde Transformer. New Sensations (1984) tinha aspecto mais comercial e, em 1989, New York encerrou a década com uma coleção de músicas engraçadas e políticas que foram amplamente elogiadas. Em 1991, ele colaborou com Cale em Songs For Drella, um tributo a Warhol. Três anos mais tarde, o Velvet Underground se reuniu para uma série de shows bem-sucedidos na Europa.

Reed e Morales se divorciaram no começo da década de 90. Poucos anos depois, Reed começou um relacionamento com a artista performática Laurie Anderson. Os dois se tornaram ícones inseparáveis de Nova York, colaborado e se apresentando juntos ao vivo enquanto também se envolviam em ativismo cívico e ambiental. Eles se casaram em 2008.

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Reed continuou a seguir os impulsos idiossincráticos como artista depois de 2000. Depois de passar por uma fazer de roqueiro decadente, se tornou um ávido estudante de T’ai Chi, chegando até a levar o instrutor para o palco durante shows, em 2003. Em 2005, lançou um disco duplo chamado The Raven, baseado no trabalho de Edgar Allen Poe. Em 2007, lançou um álbum de ambiente intitulado Hudson River Wind Meditations. Reed retornou ao rock mainstream em 2011 com Lulu, uma colaboração com o Metallica.

V.A. – Smooths & Sorts / 40 Classics From Glam Rock Era (2009)

Posted in Coletâneas, Glam Rock, Skinhead, Smoothies & Sorts with tags , , , on 11/01/2013 by andremod

CAPAAqui vai uma rara coletania do extinto blog “Bootz & Glitz“, com o melhor dos classicos do Glam Rock, com varias raridades que vão de 1971 a 1975, tempos  que Suedeheads, Sharpies, Smoothies & Sorts (esses ultimos que levam nome a compilação) agitaram as ruas inglesas & australianas. Destaque para a musica “Smooths and Sorts” do duo jamaicano Dave & Ansell Collins, e a porradona “Teenage Rampage” do grupo Sweet – Coletania dividida em 2 discos, tudo num unico link pra download no fim do post:

Musicas:
Cd 01
01. Get It On – T Rex (1971)
02. Smooths and Sorts – Dave & Ansell Collins (1972)
03. Mama Wer All Crazy Now – Slade (1972)
04. All The Young Dudes – Mott The Hoople (1972)
05. AlRight With Me – Jook (1972)
06. Standing In The Road – Blackfoot Sue (1972)
07. Virginia Plain – Roxy Music (1972)
08. Jean Gennie – David Bowie (1972)
09. Son of My Father – Chicory Tip (1972)
10. Crazy Horses – The Osmonds (1972)
11. Showdown – Electric Light Orchestra (1973)
12. Sing A Little Song – Desmond Dekker (1973)
13. See My Baby Jive – Wizzard (1973)
14. Balroom Blitz – Sweet (1973)
15. Radar Love – Golden Earring (1973)
16. 48 Crash – Suzi Quatro (1973)
17. Come Back Liza – Dandy Livingstone (1973)
18. I’m The Lider of The gang – Gary Glitter (1973)
19. Do You Wanna Dance – Barry Blue (1973)
20. Dance With The Devil – Cozy Powell (1973)

Cd 02
01. Children of The Revolution – T Rex (1973)
02. Saturday Nights AlRight For Fighting – Elton John (1973)
03. Teenage Rampage – Sweet (1974)
04. How Does a Few – Slade (1974)
05. Emma – Hot Chocolate (1974)
06. Touch To Much – The Arrows (1974)
07. Gonna Make You a Star – David Essex (1974)
08. Let’s Do It Again – Crunch (1974)
09. Rebels Rule – Iron Virgin (1974)
10. This Town… – Sparks (1974)
11. Dynamite – Mud (1974)
12. Na Na Na – Cozy Powell (1974)
13. Saturday Night – Bay City Rollers (1975)
14. I Can Do It – Rubettes (1975)
15. Start Here – Jet (1975)
16. Bend Me Shape Me – Hello (1975)
17. The Bump – Kenny (1975)
18. Maid In Heaven – Be Bop Deluxe (1975)
19. Down Down – Status Quo (1975)
20. Wild One – Thin Lizzy (1975)

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Curiosidades – Smoothies & Sorts

Posted in Curiosidades, Glam Rock, Moda, Power Pop, Skinhead, Smoothies & Sorts with tags , , , , , on 11/01/2013 by andremod

pof6A cultura Skinhead desde seu inicio teve como dos seus pontos chaves a estetica, que em varios momentos precisou ser adaptada conforme as necessidades sociais, visto que os conflitos com outros grupos colocavam os mesmos em divida com a lei, “obrigando” através do visual a iludir e assim despistar a policia, como aconteceu nos anos 70/80 com os “Casual Hooligans”. Assim sendo, os Skins de 69 se tornariam os Suedeheads do inicio dos anos 70, que por sua vez chegariam em 1973 modificados como Smoothies, uma “quase” versão inglesa dos Sharpies australianos, que incrivelmente virou uma cultura isoladamente mais forte na cidade de Melbourne. A moda seguia com o seguinte formato:

# Sapatos “Norwegians” (também conhecidos como “sapatos de viagem”, pelo conforto), “Loafers”, “Monkey” & “Brogues”
# “Rupert Trouser” (calça social xadres ) & calças Levis Sta Prest com cores fortes como azul celeste ou bordo
# “Pattern Fair Isle” (cardigans, sweaters & pullovers com desenhos com temas de inverno ou natalinos)
# Harrington, Sheepskin (jaqueta com pele de ovelha) & Crombie (sobre tudo com dois bolsos laterais direitos, dois esquerdos – sendo um acima do peito, 3 botões & foro vermelho ou bordo)
# Beagle Collar Shirt (camisas com gola comprida e com pontas arrendodadas)
roupas

# O corte de cabelo também se modificou, e como dito anteriormente, ficou muito parecido com o visual dos Sharpies, curto na franja, e comprido em cima, laterais, vezes com costeleta, e os mullets, quase sempre passando a gola da camisa. Esse visual seria muito usados posteriormente pelos Soul Boys (Northern Soul allnighters) & Boot Boys (proto Hooligans ingleses)s01

O som que embalava as festas ainda tinha muita musica jamaicana (como exemplo a musica “Smooths and Sorts” da dupla Dave & Ansell Collins – ver video AQUI), porém foi incluido as novidades que rolavam na época do Power Pop & Glam Rocker, artistas como Slade, Sweed, Elton John, Roxy Music, Gary Glitter …entre outros, fizeram a cena crescer com muita rapidez.

Sorts: assim como aconteceu em 1969, quando as namoradas ou irmãs do Skins acabavam se integrando a cultura de forma natural, seguindo seus passos, se agregando ao visual comum aos garotos e corte de cabelo que as diferenciavam das demais que seguiam o hippismo no fim dos anos 60, as Sorts são a versão feminina dos Smoothies. Com o corte de cabelo identico as primeiras Byds, porém muito mais comprido nos mullets, esteticamente usando elementos como Rupert Trouser, Pattern Fair Isle, Crombie, Beagle Collar Shirt & agregando com saias & vestidos, sapatos com salto alto, meia calça e pequenos paletos de 3 botões. O diferencial é que as Sorts eram mais agressivas que as primeiras Byrds, por serem muito mais velhas, independentes, que dava mais liberdade de envolvimento, elas entravam em brigas de bares e por vezes nas torcidas, entre os jogos de futebol.s04

Existem dois romances escritos por Richard Allen, famoso por seus livros de cultura de rua dos anos 60 / 70 / 80 – eventuamente esses livros aparecem para comprar no sites como Ebay & Amazon, interessados é só garimpar!0111

V.A. – Sharpies Attack! (2008)

Posted in Coletâneas, Glam Rock, Hard Rock, Sharpie, Skinhead with tags , , , , , , on 17/03/2012 by andremod

Os Sharpies amavam sua música forte e simples, o que traduzia com muita raiva seus sentimentos, exemplos como Suzi Quatro, Slade, Sweet, Sensational Alex Harvey Band, T-Rex, Gary Glitter e Bowie, foram algumas primordiais entre eles, quando Slade excursionou com a banda Status Quo em 1973, um grande encontro em massa entre os Sharpies aconteceu, o que deu inicio ao boom da cena tendo seu apice no ano seguinte. Das bandas locais, o mais populares foram Billy Thorpe & the Aztecs, AC/DC, Buster Brown e Skyhooks, mas nenhuma foi mais importante do que a banda Lobby Loyde and the Coloured Balls, que encabeça essa coletania, que reune varios grupos australianos, que deram a trilha sonora de 1971 a 1979:

Musicas:
01. Colored Balls – Heavy Metal Kid
02. Skyhooks – Living in the 70´s
03. John Paul Young – Yesterday´s Hero
04. Hush – Mindrocker
05. La Femme – Chelsea Kids
06. Marcus Hook Roll Band – Quick Reation
07. Buster Brown – Something Say
08. AC/DC – Rockin in the parlour
09. Willian Shakespeare – Feeling alright
10. Taste – Boys will be boys
11. Stevie Wright – Hard road
12. Rabbit – I like to hear my music
13. La Femme – Give it up
14. Rose Tattoo – Nice Boys
15. Ted Mulry Gang – Crazy
16. Buster Brown – Young Spunk
17. Stevie Wright – The Loser
18. Colored Balls – Just because
19. Rose Tattoo – One the boys
20. Billy Thorpe & The Aztecs – Poison Ivy
21. Supernaut – I like it both ways
22. AC/DC – Can I sit next to you girl

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Curiosidades – Sharpies

Posted in Curiosidades, Glam Rock, Hard Rock, Mod, Moda, Sharpie, Skinhead with tags , , , , , , , on 16/03/2012 by andremod

Sharpies ou Sharps (Sigla): Primeiramente devemos entender que foi uma sub-divisão da cultura Skinhead, porém com muitos diferenciais, a começar por seu local de origem, os Sharpies são naturais da Australia, com muitos “membros” na cidade de Melbourne, e alguns poucos em Sydney e Perth, e praticamente não tiveram seguidores em outros lugares do mundo. Sharps é uma giria local para “Espertos” e nasceu em meados dos anos 60 tendo seu apice no ano de 1974, mesmo com a influencia direta dos Skins Trads, isso não se refletia na estetica, e tão pouco na trilha sonora, vestindo camisetas brancas, macacões, calças boca de sino, botas com salto, suspensorio grosso & mullets (cabelo comprido na parte inferior da cabeça – nuca), os Sharpies seguiam a moda que dominava a tendencia 70s, o Glam Rock, e por vezes algumas ligações com o Hard Rock. Como na maioria das culturas de rua a violencia foi cartão de visitas, na época entre os Sharpies se dizia: “Se você não está entre nós, com certeza vai ser uma vitima!“, varios grupos entre os Sharpies foram se incorporando pela cidade, como gangues de bairro, e seus pontos de encontro eram festivais de rock, pubs e nas esquinas dos bairros que moravam. Como aconteceu com os Skins, os Sharpies acabaram pela violencia que criaram, a maioria ficou marcado entre a midia e a policia, e alguns mais velhos pela propria idade, tiveram que abandonar a cultura por conta da maioridade. Abaixo segue dois videos raros feito em 1974 na cidade de Melbourne, e outro em 1966 com os primeiros Sharpies, juntamente com os Mods da época: