Archive for the Hard Rock Category

Cream Discografica (Especial A Cena – 2014)

Posted in Blue-Eyed Soul, Blues, Especial A Cena, Hard Rock, Psicodelia with tags , , , , , , , , , , on 28/10/2014 by andremod

CREAM-68-2003-741Cream: foi uma banda inglesa de blues-rock e formado por iniciativa do baterista Ginger Baker com o baixista Jack Bruce e o guitarrista Eric Clapton. O seu som é um híbrido de blues, hard rock e rock psicodélico, combinando a técnica apurada de Clapton na guitarra com a poderosa voz e intenso baixo de Jack Bruce e a influência de jazz do baterista Ginger Baker. Cream é considerado como o primeiro supergrupo do mundo. A música inclui canções baseadas em blues tradicionais, como “Crossroads” e “Spoonful”, e blues modernos como “Born Under a Bad Sign”, assim como canções mais excêntricas, tais como “Strange Brew”, “Tales of Brave Ulysses” e “Toad”. Os maiores singles do Cream foram “I Feel Free”, “Sunshine of Your Love”, “White Room”, “Crossroads” e “Badge”. Junto com The Jimi Hendrix Experience, tiveram um impacto significativo na música popular de seu tempo, e, junto com Hendrix, popularizaram o pedal wah-wah. Eles proporcionaram à música de um tecnicamente competente aparato musical, que influenciou bandas emergentes britânicas como Led Zeppelin, Deep Purple, e The Jeff Beck Group, no final da década de 1960. As performances da banda influenciaram bandas de rock progressivo, como a Rush, jam bands como The Allman Brothers Band, Grateful Dead, Phish e grupos mais pesados como o Black Sabbath. Cream esteve na 16ª colocação do ranking da VH1 de 100 melhores artistas de hard rock e a revista Rolling Stone os considerou a sexagésima-sexta maior banda (ou artista) de todos os tempos.

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Discografia:
1966 – Fresh Cream
01. I feel free
02. N.S.U.
03. Sleepy time time
04. Dreaming
05. Sweet Wine
06. Spoonful
07. Cat´s Squirrel
08. Four until late
09. Rollin´and Tumblin´
10. I´m so glad
11. Toad
12. Wrapping paper
13. The coffee song

1967 – Disraeli Gears
01. Strange brew
02. Sunshine of your love
03. World of pain
04. Dance the night away
05. Blue condition
06. Tales of brave Ulysses
07. Swlabr
08. We´re going wrong
09. Outside woman blues
10. Take it back
11. Mother´s lamente

1968 – Wheels of fire
Disc I – In Studio
01. White room
02. Sitting on top of the world
03. Passing the time
04. As you said
05. Pressed rat and warthog
06. Politician
07. Those were the days
08. Born under a bad sign
09. Deserted cities of the heart
Disc II – Live at the filmore
01. Croosroads
02. Spoonful
03. Traintime
04. Toad

1969 – Goodbye
01. I´m so glad
02. Politician
03. Sitting on top of the world
04. Badge
05. Doing that scrapyard thing
06. What a bringdown

1970 – Live Cream Vol I
01. N.S.U.
02. Sleepy time time
03. Lawdy mama
04. Sweet wine
05. Rollin´and Tumblin´

1972 – Live Cream Vol II
01. Deserted cities of the heart
02. White Room
03. Politician
04. Tales of brave Ulysses
05. Sunshine of you love
06. Steepin´out

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R.I.P. – Jack Bruce (Cream)

Posted in Blue-Eyed Soul, Hard Rock, RIP with tags , , , , on 26/10/2014 by andremod

jack_bruceO baixista Jack Bruce, ex-integrante da banda Cream, morreu aos 71 anos de uma doença hepática, informou neste sábado (25) sua família. Ele havia passado por um transplante de fígado em 2003. Em comunicado publicado na página do artista na internet, os familiares comentaram sobre a morte. “É com grande tristeza que nós, a família de Jack, anunciamos a morte de nosso amado Jack: marido, pai, avô e lenda. O mundo da música será um lugar mais pobre sem ele, mas ele vive em sua música e eternamente em seus corações”, disse o texto. Sua agente, Claire Singers, acrescentou que Bruce morreu “rodeado de sua família” em sua casa do condado inglês de Suffolk. Bruce, que nasceu em Glasgow, começou a tocar baixo quando adolescente e deixou a escola de música porque não era permitido que tocasse jazz. Depois de passagens por bandas britânicas de blues, ele recusou uma oferta de trabalho com o cantor norte-americano de soul Marvin Gaye a fim de se casar, de acordo com seu site. Ele conheceu Clapton enquanto tocava em outra banda e os dois montaram a Cream em 1966 com o baterista Ginger Baker.

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Considerado um dos grandes nomes da história do rock, o power trio vendeu 35 milhões de álbuns em dois anos na década de 1960 e recebeu o primeiro disco de platina do mundo pelo trabalho em “Wheels of Fire”. Bruce coescreveu e cantou a maioria das canções da banda, entre elas “I feel free”, “White room”, “Politician” e “Sunshine of your love”. Em seu auge, Crem era famoso por seus longos improvisos, que Clapton atribuiu na década de 2000 às drogas consumidas pelos músicos em grande quantidade: o trio, por vezes, esquecia qual a música que estava tocando, e continuava a improvisar até que a sua memória voltasse. O grupo se separou em novembro de 1968, no auge de sua popularidade, e posteriormente se reuniu um par de vezes em 1993 e 2005. Algumas das canções do Cream são interpretadas até hoje nas apresentações ao vivo de Eric Clapton. Em 2010, Bruce lançou sua biografia “Composing himself”, ainda não publicada no Brasil. Dois anos depois, em outubro de 2012, o baixista fez dois concertos em São Paulo e Porto Alegre, acompanhado de sua Big Blues Band.

VA – Little Stevens Underground Garage Presents Christmas A Go Go (2008)

Posted in Coletâneas, Garage, Hard Rock, Nuggets, Psicodelia, Punk, R&B with tags , , , , , , , , , , on 21/12/2013 by andremod

CAPAPra começar os preparativos pra festas de fim de ano, eis aqui uma compilação ótima pra agitar o Natal… organizada por Little Stevens, que além de musico, tinha um programa de radio nos EUA em 2003 e logo ganhou fama com sua programação de musicas nada convencionais. As musicas contidas aqui tem como temáticas uma pegada Garage Rock, R&B, Punk, Psychedelic & Hard Rock, entre isso muitos grandes nomes fazem suas versões natalinas pra tirar o marasmo da chegada do bom velhinho: Keith Richards, Ramones, Rufus Thomas, Kinks... entre outros! Então afaste a árvore de natal e comece a curtir!

Musicas:
01. Keith Richards – Run Rudolph run
02. Bob Seger and the Last Heard – Sock it to me Santa
03. Ramones – Merry Christmans (I dont want to fight)
04. Darlene Love and the Street Band – All alone on Christmas
05. Clarence Carter – Back door Santa
06. The Len Price 3 – It´s Christmas time ebenezer
07. Wizzard – I wish it could be Christmas every day
08. The Fab Four – Silent Night
09. Tina Sugandh – White Christmas
10. The Chevelles – Come all ye faithful surfer girls
11. The Brian Setzer Orchestra – Santa drives a hot rod
12. Soupy Sales – Santa Claus is surfin to town
13. Cocktail Slippers – Santas coming home
14. Joe Pesci – If doesnt snow on Christmas
15. Boss Martians – 3 Ghosts
16. Rufus Thomas – Ill be your Santa baby
17. The Chesterfields Kings – Hey Santa Claus
18. The Electric Prunes – Jingle Bells
19. The Kinks – Father Christmas
20. Jean Beauvoir – Merry Christmas to all the world

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A Nova Cena – Vintage Trouble / The Bomb Shelter Sessions (2011)

Posted in A Nova Cena, Blues, Hard Rock, Nova Cena, R&B, Soul with tags , , , , , , , , , on 16/11/2013 by andremod

The Bomb Shelter SessionsVintage Trouble: banda americana que mistura Blues, R&B, Soul & Hard Rock, formada 2010 em Hollywood (Califórnia). Eles lançaram um álbum de estúdio, The Sessions Bomb Shelter (2011), tendo como referencia um som “retro”, uma reminiscência dos anos 50 e 60. A banda é composta por: Ty Taylor (Vocal), Nalle Colt (Guitarra), Rick Barrio Dill (Baixo) & Richard Danielson (Bateria)… a banda fez alguns shows pelos EUA, e em pouco tempo gravou seu primeiro trabalho, tendo como estratégia o mercado britânico, visto que seu som é muito mais apreciado fora dos Estados Unidos, isso rendeu algumas boas parcerias, como o ex-Queen, Brian May & com o grupo britânico, The Who, fazendo abertura da ultima turnê na América do Norte! A banda fez esse ano sua primeira passagem pelo Brasil, participando do Rock in Rio, do Palco Sunset, e ganhando elogios calorosos de sua apresentação – Confira AQUI

Assista AQUI alguns vídeos & clips da banda!
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Musicas:
01. Blues Hand Me Down
02. Still and Always Will
03. Nancy Lee
04. Gracefully
05. You Better Believe It
06. Not Alright By Me
07. Nobody Told Me
08. Jezzebella
09. Total Strangers
10. Run Outta You
11. Love With Me (Live)
12. Nancy Lee (Live)
13. Come on By
14. Total Strangers (Round 2)
15. World’s Gonna Have to Take a Turn Around

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Lou Reed – Greatest Hits / Steel Box Collection (2008)

Posted in Coletâneas, Glam Rock, Hard Rock with tags , , , , , on 31/10/2013 by andremod

CAPALou Reed: nasceu no Brooklyn (Nova Iorque) em 2 de março de 1942, foi um cantor, guitarrista e compositor norte-americano, considerado o 81º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. Foi também um dos vocais da banda Velvet Underground, influenciando Iggy Pop, New York Dolls & David Bowie, e mais tarde toda a cena pós-punk inglesa. O Velvet Underground foi patrocinado inicialmente por Andy Warhol, e os integrantes da banda costumavam frequentar o Max’s Kansas City, uma casa noturna e restaurante na Park Avenue South, 213, em Nova York, ponto de encontro de artistas, poetas, trapaceiros, homossexuais e músicos. Andy Warhol e seu séquito dominavam a sala dos fundos do Max’s Kansas City, e David Bowie, Alice Cooper, Iggy Pop e também Lou Reed eram todos parte da cena. Em 1975, a casa foi reaberta e se tornou um dos lugares de nascimento do punk rock. Lou Reed influenciou profundamente o rock alternativo e underground em todo o mundo. Seus álbuns solo tratavam de temas como amor, experimentação sexual, alienação, vício, contradições agressivas, de “Transformer” (1972), “Berlin” (1973) e “Metal Machine Music” (1975) a “New York” (1989). Rejeitando o pop da Califórnia e o estilo hippie, Reed cantava fora da melodia, em seu ramerrão nova-iorquino. Lou Reed teve um envolvimento romântico com um travesti, Rachel, que inspirou a canção “Coney Island Baby” e cuja foto está na capa de “Walk on the Wild Side”. Reed sempre objetou à autoridade. Sofreu tratamento de eletrochoques em um hospital psiquiátrico por duas vezes, quando jovem. Era um rebelde urbano de classe média e amava a literatura de Allen Ginsberg. O que não surpreende, porque Ginsberg também visitou Princeton na época. O último show de Lou Reed em São Paulo aconteceu no Sesc Pinheiros, em novembro de 2010. Ele tocou “Metal Machine Music”, que o público não compreendeu; algumas pessoas foram embora. Ficaram confusas. Em maio de 2013 passou por um transplante de fígado. Voltou a ser internado em julho com um quadro de desidratação severa, vindo a morrer em 27 de outubro do mesmo ano.

Musicas:
01. Wild Child
02. Walk on the Wild Side
03. Vicious
04. Satellite of Love
05. Caroline Says 1
06. Sally Can’t Dance
07. Temporary Thing
08. Coney Island Baby
09. Shooting Star
10. The Gun
11. Tell It to Your Heart
12. I Love You, Suzanne

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R.I.P. – Lou Reed

Posted in Glam Rock, Hard Rock, RIP with tags , , , , on 28/10/2013 by andremod

575718_561994313872401_193857468_nMorreu neste domingo, 27, aos 71 anos, o extremamente influente compositor e guitarrista Lou Reed, que ajudou a dar forma a quase 50 anos de rock. A causa da morte não foi oficialmente confirmada, mas ele havia passado por um transplante de fígado em maio. No fim da década de 60, com o Velvet Underground, Reed fundiu a urgência das ruas com elementos da música avant-garde da Europa, casando beleza e barulho, enquanto dava toda uma nova honestidade, em termos de letras, à poesia do rock. Como artista solo criativo, entre as décadas de 70 e 2010, ele estava sempre surpreendendo e desafiando os fãs com seu estilo camaleônico. Glam, punk e rock alternativo são todas coisas impensáveis sem ele.

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Lewis Allan “Lou” Reed nasceu no Brooklyn, em 1942. Fã de doo-wop e dos primórdios do rock (em uma cerimônia tocante, ele ajudou a introduzir Dion ao Hall da Fama do Rock, em 1989), Reed também devia parte de sua formação e inspiração ao período em que estudou na Universidade de Syracuse com o poeta Delmore Schwartz. Depois da faculdade, ele trabalhou como compositor para o selo Pickwick Records (com a qual conseguiu um pequeno hit em 1964 com a paródia dance “The Ostrich”). Em meados da década de 60, ele ficou amigo do músico John Cale, de formação clássica. Reed e Cale formaram uma banda chamada Primitives, depois mudaram o nome para The Warlocks. Depois de conhecer o guitarrista Sterling Morrison e a baterista Maureen Tucker, eles se tornaram o Velvet Underground.

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A banda chamou atenção de Andy Warhol. “Andy costumava exibir os filmes dele na gente”, Reed contou certa vez. “Usávamos preto para que desse para ver o filme. Mas a gente só usava preto, de qualquer forma”. Com “produção” de Warhol, mas sem qualquer repercussão comercial, ao ser lançado no início de de 1967, o disco de estreia do VU, The Velvet Underground & Nico, é hoje um marco na história da música que pode ser comparado a Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, ou Blonde On Blonde, do Bob Dylan. As descrições de Reed a respeito da vida boêmia de Nova York, com alusões a drogas, e sadomasoquismo, eram invejáveis até aos momentos mais sombrios dos Rolling Stones, enquanto as doses generosas de distorção e barulho gratuitos revolucionavam a guitarra no rock. Os três discos seguintes da banda, White Light/White Heat (1968), The Velvet Underground (1969) e Loaded (1970), foram também ignorados. Mas seriam admirados por gerações futuras, fixando o status do Velvet Underground como uma das bandas mais influentes de todos os tempos, nos Estados Unidos. Depois de se separar dos Velvets em 1970, Reed foi para a Inglaterra e, seguindo sua tradição de ser paradoxal, gravou um disco solo com apoio dos integrantes da banda de rock progressivo Yes. Mas foi o disco seguinte dele, Transformer (1972), produzido pelo discípulo de Reed, David Bowie, que o elevou para além do status de cult, fazendo dele um genuíno astro do rock. Apesar da alusão a sexo oral, “Walk On the Wild Side”, uma evocação carinhosa, embora não fosse sentimental, à cena do estúdio de arte Factory, de Warhol, se tornou um hit nas rádios e “Satellite of Love” ganhou muitas covers, incluindo uma versão do U2. Reed passou a década de 70 desafiando expectativas quase como se isso fosse um esporte. Berlin (1973) era uma literariamente pomposo enquanto Sally Can’t Dance (1974) tinha sopros do soul e guitarras ousadas. Em 1975, ele lançou Metal Machine Music, um experimento barulhento que o selo RCA vendeu como música clássica avant-garde, enquanto em 1978 saiu o ao vivo Take No Prisoners que era quase como um álbum de comédia em que Reed destruía nominalmente críticos de rock (“Lou certamente é um adepto de descobrir novas maneiras de cagar nas pessoas”, disse um desses críticos, Robert Christgau, naquela época). Ao explicar a trajetória inusitada da carreira, Reed disse ao jornalista Lester Bangs: “As minhas merdas valem mais do que os diamantes das outras pessoas .”

The Velvet Underground and Nico

A personalidade sexualmente ambígua de Reed e o abuso de drogas ao longo dos anos 70 ajudaram a fazer dele um mito do rock. Mas na década seguinte, ele começou a ficar mais suave. Se casou com Sylvia Morales e mostrou um pouco da vida de recém-casado no excelente The Blue Mask (1982), o melhor trabalho dele desde Transformer. New Sensations (1984) tinha aspecto mais comercial e, em 1989, New York encerrou a década com uma coleção de músicas engraçadas e políticas que foram amplamente elogiadas. Em 1991, ele colaborou com Cale em Songs For Drella, um tributo a Warhol. Três anos mais tarde, o Velvet Underground se reuniu para uma série de shows bem-sucedidos na Europa.

Reed e Morales se divorciaram no começo da década de 90. Poucos anos depois, Reed começou um relacionamento com a artista performática Laurie Anderson. Os dois se tornaram ícones inseparáveis de Nova York, colaborado e se apresentando juntos ao vivo enquanto também se envolviam em ativismo cívico e ambiental. Eles se casaram em 2008.

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Reed continuou a seguir os impulsos idiossincráticos como artista depois de 2000. Depois de passar por uma fazer de roqueiro decadente, se tornou um ávido estudante de T’ai Chi, chegando até a levar o instrutor para o palco durante shows, em 2003. Em 2005, lançou um disco duplo chamado The Raven, baseado no trabalho de Edgar Allen Poe. Em 2007, lançou um álbum de ambiente intitulado Hudson River Wind Meditations. Reed retornou ao rock mainstream em 2011 com Lulu, uma colaboração com o Metallica.

V.A. – Mojo Heavy Mod (2009)

Posted in Coletâneas, Hard Rock, Mod, Psicodelia, Revistas with tags , , , , , , on 01/05/2012 by andremod

Eis aqui mais uma coletania idealizada pela revista Mojo lançada em 2009, que vem encartada na revista homonima, sempre reuni musicas com tematicas direcionadas para cada edição. Neste numero, a Mojo compilou classicos que remetem a segunda fase desta cultura, com musicas pós 1966, ligadas ao psicodelismo & ao proto prog., musicalidades que dividiram a cena Mod. Com algumas bandas raras como Deep Feelling, Blossom, Blossom Toes & Bubble Puppy, e outras classicas como The Move, Yardbirds, Creation, Small Faces…entre outros:

Musicas:
01.The Move – Walk Upon The Water
02. The Yardbirds – Shapes Of Things
03. Caravan – Place Of My Own
04. Deep Feeling – Pretty Colours
05. Deep Purple – Emmaretta
06. The Creation – How Does It Feel To Feel
07. 13th Floor Elevators – Slip Inside This House
08. Aphrodite’s Child – The Four Horsemen
09. Blossom Toes – I’ll Be Late For Tea
10. Small Faces – Song Of A Baker
11. The Pretty Things – Baron Saturday
12. David Axelrod – Holy Thursday
13. Humble Pie – Growing Closer
14. The Attack – Mr. Pinnodmys Dilemma
15. Bubble Puppy – Hot Smoke An Sassafras

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