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Posted in Informativo with tags on 21/06/2015 by andremod

10153706_1594253974185805_8025864305965261548_nNão foi facil, mas obrigado a todos que acompanham o blog e a pagina desde 2011, e até mesmo antes, quando faziamos parte de um outro dominio. Continuem por aqui que breve teremos novidades para os Agitadores Culturais! Mantenham a Fé!

It was not easy, but thanks to all who follow the blog and on facebook page here since 2011, and even before, when we were doing part of another domain. Continue here that soon we will have news for Cultural Agitators! Keep the Faith!

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Beverley – Lançamento (Filme 2015)

Posted in 2 Tone, Filmes, Hooligan, Lançamentos, Rude Boy, Ska, Skinhead with tags , , , , , , , , , , , on 07/06/2015 by andremod

247168_10152982687122869_4337537409513885721_nTodo ano pelo menos um filme é lançado sobre sub cultura de rua, e esse ano não é diferente, a novidade que está saindo do forno é o filme “Beverley“, que conta a historia da luta de uma menina mestiça procurando identidade no inicio dos anos 80, quando a musica ditava regras sociais e a o politica tinha poder distorcido sobre os jovens do subúrbio. Baseado em uma historia real, Beverley é uma menina cheia de duvidas dentro de uma família multirracial, que acabam de mudar para um bairro cheio de problemas sociais, ela encontra conforto na musica 2tone (a segunda onda do ska) e consequentemente se envolve com jovens deste meio, até descobrir que alguns eram influenciável negativamente pela politica de direta.

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O filme tem produção de nada mais, nada menos que o “Boss Hool“, Cass Pennant, famoso torcedor da West Ham da década de 70 e 80, que foi tema de um filme homônimo em 2008 (trailer AQUI), e agora se aventura no cinema, mas agora atrás das câmeras. Outras figurinhas ilustres são o Rude Boy, Neville Staple, do grupo “The Specials” e a atriz Vicky McClure, que ficou conhecida no filme “This is England” como a personagem “Lol”. O filme ainda não tem previsão para sair na telona ou em dvd, mas qualquer novidade estaremos anunciando aqui no blog, fiquem atentos

Site Oficial do Filme – AQUI | Abaixo o trailer & a musica tema feita para o filme com o grupo Stone Foundation 

Keith and Tex – Redux (2014)

Posted in Coletâneas, Rocksteady with tags , , , , , on 07/06/2015 by andremod

CAPAO duo dinâmico, Keith & Tex (Keith & Phillip Dixon) ainda eram adolescentes de 16 e 17 anos quando gravaram seu primeiro single em 1967. Depois de muitos ensaios e algumas decepções com reijeições por parte de Clancy Eccles, Prince Buster e Coxsne Dodd, eles tiveram a sorte de encontrar com o produtor Derrick Harriott, que lhes deu a oportunidade de fazer uma sessão no “Federal Studio“, com uma banda que incluia Boris Gardiner, Lynn Tait & Gladstone Anderson. Influenciados por Righteous Brothers, Sam & Dave e Phillip “Boasy” James & Lloyd Campbell (aka Blues Busters), o duo foi das poucas DUPLAS que surgiram na Era Rocksteady, onde era dominado por grupos vocais.
Nesta compilação temos 12 faixas gravadas pela “Soulbeats Records“, onde todas as musicas aqui reunidas (exceto “Groovy Situation” | produzida por Lee Perry) foram produzidas por Derrick Harriott, essa é a segunda vez que as musicas da dupla são liberadas para uma coletanea, a primeira vez foi em 1991, para o LP “Stop that Train“, que saiu pela “Crystal Records“. Esse album é perfeito, por isso não vou destacar nenhuma musica, é só baixar e ser feliz:

Musicas:
01. Tonight
02. Hypnotic Eyes
03. Let me go girl
04. Let me be the one
05. What kind of fool
06. Tighten up your girl
07. Yaba Yah Festival
08. Leaving on that train
09. Lonely man
10. Don´t look back
11. Groovy situation
12. Stop that train

Keith and Tex – Redux download

V.A. – Studio One Roots (2001)

Posted in Coletâneas, Reggae, Roots with tags , , , , on 31/05/2015 by andremod

CAPAEste disco é mais pura essência da musica jamaicana feita nos anos 70 por uma das gravadoras mais importantes da Jamaica, a Studio One do mestre Sir Coxsone” Dodd, exaltando um dos ritmos que definiram o espirito da ilha, o Roots.  Um disco cheio de pedradas clássicas e mortais, onde podemos destacar: Addis A Baba (Willie Williams), Blackish White (Alton Ellis), Africa (The Gaylads)… entre outras. Disco mais que essencial, download obrigatório:

Musicas:
01. Meditation – The Cyclones With Count Ossie
02. Natty Dont Go – Cornell Campbell (with The Brentford Rockers
03. Africa Here I Come – Freddie McGregor (W The Sound Dimension
04. Lumumbo – Bunnie And Skitter
05. Addis A Baba – Willie Williams (With The All Stars)
06. Set Me Free – L Crosdale (With Drumbago And The Rebel Group)
07. Far Beyond – Leroy Wallace (With The New Establishment)
08. More Creation – Lennie Hibbert
09. Blackish White – Alton Ellis (With The Sound Dimension)
10. Fear Not – Winston Jarrett (With The Sound Dimension)
11. Drum Song – Devon Soul Russell
12. Africa – The Gaylads
13. School Children – Black Brothers (With The New Establishment
14. Youll Get Your Pay – Linton Cooper (With The Brentford Disco
15. Congo Rock – Sound Dimension
16. African Challenge – Zoot Simms

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Adubando o Pinhão – Niver 3 Anos | Recarregae Especial / Jeru Banto (2015)

Posted in Dub, Evento, Festa, Lovers, Reggae, Roots with tags , , , , , , , , , , , on 31/05/2015 by andremod

11390333_986031758074824_1783175147886275134_nVenha comemorar no dia 14/06 (Domingo) o aniversario de 3 anos do projeto Adubando o Pinhão (Facebook), que fara a festa na festa Recarregae em uma edição mais que especial, o evento acontece na Casa do Chapéu (Rua Amazonas de Souza Azevedo, 294 / BacacheriFacebook). Além da família “Adubando” mandando o melhor da musica jamaicana diretamente do vinil, teremos a amplificação poderosa dos Sistema de som Araucária (Facebook)
& Leões do Gueto Sistema De Som (Facebook) e convidados muito especiais, senti o peso:

Diretamente do Rio de Janeiro, o Mc do Digitaldubs (Facebook), Jeru Banto (Facebook), que chega em Curitiba para festejar com muito Reggae mais um ano de história do coletivo inna Toaster Style. E de presente estará lançando e celebrando seu primeiro videoclipe: “Nos porcos não crescerão asas” (confira AQUI).

Pra fortalecer mais ainda a cena teremos diretamente de Santa Catarina o Dubisland Selector do I-Land Rebel Sound System, e arrebentando no Mic: Dow Raiz, Gui Miudo & Mariana Souza ( Central Sistema de Som )

A arte do cartaz ficou por conta da sista Manuella Godoy

Ingressos Antecipados – AQUI
Entrada: Ela$ 10 / Ele$ 15 (antecipado) | Ela$ 15 / Ele$ 20 (no dia do evento – portaria)
Início: 14:20h
A venda no local: Camisetas, Adesivos, “Laricas” e muito mais!
Importante: entrada proibida de menores desacompanhados (apresentação de RG na entrada do evento)
A casa aceita cartão!

Evento / Facebook (Confira aqui mais informações e um pouco da historia da Adubando o Pinhão)

COMO CHEGAR – CLICK NA FOTO10408701_862751083799874_4911204264111253356_n

 

B.B. King – The Ultimate Collection (2005)

Posted in Blues with tags , on 15/05/2015 by andremod

CAPARiley Ben King, mais conhecido como B. B. King, nasceu em uma plantação de algodão em 16 de setembro de 1925 em Itta Bena, perto de Indianola (Mississippi / EUA). Teve uma infância difícil, aos 9 anos, vivia sozinho e colhia algodão para se sustentar, começou por tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da Second Street. Chegou mesmo bb20a tocar em quatro cidades diferentes aos sábados à noite. No ano de 1947, partia para Memphis, no Tennessee, apenas com sua guitarra e $2,50 dólares. Como pretendia seguir a carreira musical, a cidade de Memphis, onde se cruzavam todos os músicos importantes do sul dos Estados Unidos, sustentava uma vasta competitiva comunidade musical em que todos os estilos musicais negros eram ouvidos. Nomes como Django Reinhardt, Blind Lemon Jefferson, Lonnie Johnson, Charlie Christian e T-Bone Walker tornaram-se ídolos de B. B. King. “Num sábado à noite ouvi uma guitarra elétrica que não estava a tocar espirituais negros. Era T-Bone interpretando “Stormy Monday” e foi o som mais belo que alguma vez ouvi na minha vida.” recorda B. B. King, “Foi o que realmente me levou a querer tocar Blues”. A primeira grande oportunidade da sua carreira surgiu em 1948, quando atuou no programa de rádio de Sonny Boy Williamson, na estação KWEM, de Memphis. Sucederam-se atuações fixas no “Grill” da Sixteenth Avenue e mais tarde um anúncio publicitário de 10 minutos na estação radiofónica WDIA, com uma equipe e direção exclusivamente negra. “King’s Sport”, patrocinado por um tônico, tornou-se então tão popular que aumentou o tempo do transmissão e se transformou no “Sepia Swing Club”. King precisou de um nome artístico para a rádio. Ele foi apelidado de “Beale Blues Boy”, como referência à música “Beale Street Blues”, foi abreviado para “Blues Boy King” e eventualmente para B. B. King. Por mera coincidência, o nome de KING já incluía a simples inicial “B”, que não correspondia a qualquer abreviatura. Pouco depois do seu êxito “Three O’Clock Blues”, em 1951, B. B. King começou a fazer turnês nacionais sem parar, atingindo uma média de 275 concertos/ano. Só em 1956 B. B. King e a sua banda fizeram 342 concertos! Dos pequenos cafés, teatros de “gueto”, salões de dança, clubes de jazz e de rock, grandes hotéis e recintos para concertos sinfônicos aos mais prestigiados recintos nacionais e internacionais, B. B. King depressa se tornou o mais conceituado músico de Blues dos últimos 40 anos, desenvolvendo um dos mais prontamente identificáveis estilos musicais de guitarra, a nível mundial.

O seu estilo foi inspirador para muitos guitarristas de rock. Mike Bloomfield, Albert Collins, Buddy Guy, Freddie King, Jimi Hendrix, Otis Rush, Johnny Winter, Albert King, Eric Clapton, George Harrison e Jeff Beck foram apenas alguns dos que seguiram a sua técnica como modelo. Em 1969, B. B. King foi escolhido para a abertura de 18 concertos dos Rolling Stones. Em 1970 fez uma turnê por Uganda, Nigéria e Libéria, com o patrocínio governamental dos E.U.A. Começou a participar da maioria dos festivais de Jazz por todo o mundo, incluindo o Newport Jazz Festival e o Kool Jazz Festival New York, e sua presença tornou-se regular no circuito por universidades e colégios. Em 1989 fez uma turnê de três meses pela Austrália, Nova Zelândia, Japão, França, Alemanha Ocidental, Países Baixos e Irlanda, como convidado especial dos U2, participando igualmente no álbum Rattle and Hum, deste grupo, com o tema “When Love Comes to Town”. Em 26 de julho de 1996, aproveitando ter um concerto agendado para Stuttgart, deslocou-se de propósito de avião até à base aérea de Tuzla, para atuar perante tropas da Suécia, Rússia, Bélgica e E.U.A., estacionadas na Bósnia num esforço conjunto de manutenção da paz. No dia seguinte, voou para a base aérea de Kapsjak, para nova atuação junto de tropas norte-americanas. B. B. King confessa: “Foi emocionante atuar para estes homens e mulheres. Apreciamo-los e queremos que eles saibam que têm o nosso total apoio na sua árdua tarefa de manutenção da paz.”

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B. B. King terminou 1996 com uma turnê pela América Latina, com concertos no México, Brasil, Chile, Argentina, Uruguai e, pela primeira vez, no Peru e Paraguai. O “Rei dos Blues” totalizou mais de 90 países onde atuou. Ao longo dos anos tem sido agraciado com diversos Grammy Awards: melhor desempenho vocal masculino de Rhythm & Blues, em 1970, com “The Thrill is Gone”, melhor gravação étnica ou tradicional, em 1981, com “There Must Be a Better World Somewhere”, melhor gravação de Blues tradicionais, em 1983, com “Blues’N Jazz” e em 1985 com “My Guitar Sings the Blues”. Em 1970, Indianopola Missisipi Seeds concede-lhe o “Grammy” de melhor capa de álbum. A Gibson Guitar Co. nomeou-o “Embaixador das guitarras Gibson no Mundo”.

Musicas:
01. Three O’ Clock Blues
02. Please Love Me
03. You Upset Me, Baby
04. Sweet Sixteen Parts One & Two
05. Rock Me Baby
06. How Blue Can You Get?
07. Everyday I Have The Blues
08. Sweet Little Angel
09. Don’t Answer The Door
10. Paying The Cost To Be The Boss
11. The Thrill Is Gone
12. Nobody Loves Me But My Mother
13. Chains And Things
14. Ain’t Nobody Home
15. I Like To Live The Love
16. Never Make A Move Too Soon
17. Better Not Look Down
18. There Must Be A Better World Somewhere
19. When Love Comes To Town
20. Ten Long Years
21. I’ll Survive

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R.I.P. – B.B. King

Posted in Blues, RIP with tags , , on 15/05/2015 by andremod

Riley Ben King, mais conhecido como B.B. King, morreu aos 89 anos, na noite desta quinta-feira (14), em sua casa em Las Vegas, nos Estados Unidos. A informação foi confirmada à revista “Variety” pelo advogado do músico.

King era conhecido como o “Rei do Blues” e foi responsável por definir o som eletrificado do gênero no pós-guerra. Ele também se tornou o nome mais conhecido do blues mundialmente e o responsável por levar o estilo das áreas rurais dos Estados Unidos para a indústria musical mundial. “Ser um cantor de blues é como ser negro duas vezes”, escreveu King em sua autobiografia, “Blues All Around Me”, sobre a falta de respeito ao estilo musical em comparação ao rock e jazz. “Enquanto o movimento de direitos civis lutava pelo respeito ao povo negro, eu sentia que estava lutando pelo respeito ao blues”, acrescentou. O guitarrista era membro do Hall da Fama do Rock and Roll e do Hall da Fama do Blues e foi considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos (em 2003 foi classificado como o número três de todos os tempos pela revista “Rolling Stone”, atrás apenas de Jimi Hendrix e Duane Allman). Com mais de 50 álbuns, milhões de discos vendidos em todo o mundo e 15 prêmios Grammy, o músico ficou conhecido por sucessos como “Three O’Clock Blues”, dos anos 1950, “The Thrill Is Gone”, de 1970, “When Love Comes to Town”, que gravou em 1989 com os irlandeses do U2. Além disso, influenciou muitos guitarristas, incluindo Eric Clapton.

Doença
King esteve hospitalizado no início do mês por desidratação e complicações de sua diabetes tipo dois. Ele estava com uma turnê marcada para 2014, mas teve que desmarcar os shows por causa da doença. Durante uma apresentação em Chicago em outubro, o músico passou mal no palco devido a desidratação e esgotamento. Ainda faltavam oito apresentações para terminar a temporada. O astro passou vários dias internado no início de abril em virtude de uma desidratação causada pela diabetes. No dia 30, o guitarrista chegou a novamente dar entrada em um hospital em Las Vegas por conta de um pequeno ataque cardíaco. No dia seguinte, ele deixou o centro médico e seguiu com o tratamento em casa. “Estou com cuidados médicos em minha residência em Las Vegas. Obrigado a todos vocês pela torcida e orações”, declarou em seu site recentemente.

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Trajetória
King nasceu em uma fazenda de algodão em setembro de 1925, no Mississipi. Foi criado pela avó e comprou um violão para animar as noites de sua casa, que não tinha energia elétrica. Autodidata, iniciou sua carreira na música quando conseguiu se apresentar no programa de rádio do lendário Sonny Boy Williamson, em 1948. Logo depois passou a ter um quadro de dez minutos dentro da programação da emissora. O apelido B.B. seria uma sigla de “Blues Boy” (garoto do Blues), enquanto seu sobrenome “King” significa Rei, pseudônimo que ele usava em seu programa de rádio. Em 1952, estourou nacionalmente com seu sucesso “Three O’Clock Blues”. A partir daí, o guitarrista emendou um hit atrás do outro e passou a ser o maior astro do blues. Em 1969, conseguiu mais visibilidade ao ser convidado pelos Rolling Stones para abrir os show da turnê que a banda inglesa fez pelos Estados Unidos. Apesar dos problemas de saúde, King vinha se apresentando regularmente, mesmo tocando sentando o tempo todo. Nos últimos anos, fazia cerca de 100 shows por ano e veio ao Brasil cinco vezes, a última em março de 2014. Uma de suas marcas, o rei tinha o costume de chamar suas guitarras de Lucille. O apelido carinhoso surgiu quando King enfrentou um incêndio em um show para salvar um de seus instrumentos. O fogo começou depois de uma briga entre dois homens do público por causa de uma mulher que se chamava Lucille. A marca de instrumentos Gibson fez uma linha exclusiva de guitarras com o mesmo nome para King. O Papa João Paulo 2º chegou a ganhar um exemplar das mãos do músico. Era conhecido por usar poucas notas em suas canções. Com influências de Blind Lemon Jefferson e T-Bone Walker, entre outros, o “vibrato”, a precisão de sua pegada, sua sutileza e o domínio das pausas, as “dead notes”, transformaram o som de “King” em um componente fundamental do vocabulário musical, do qual beberam figuras como Eric Clapton, George Harrison e Jeff Beck e que o levou a entrar para o Hall da Fama do Rock and Roll Hall em 1987. Esses ingredientes permitiram que B.B. King transitasse entre o blues, o swing e o pop mais comercial. “Quando canto, estou tocando em minha cabeça; assim que deixo de cantar com a voz, na realidade continuo ‘cantando’ através de Lucille”, revelou uma vez King. Seu legado musical também teve continuidade com a inauguração de vários clubes de música com sua própria assinatura, sendo o B.B. King’s Blues Club de Beale Street, em Memphis, o primeiro a abrir suas portas em 1991. Ao longo da carreira ganhou 15 Grammys, sendo o último em 2009 pelo álbum “One Kind Favor”. De acordo com o site da premiação, ele é o quarto músico que mais ganhou o troféu.King se casou em duas ocasiões. Primeiro, com Martha Lee Denton, entre 1946 e 1952, e depois, com Sue Carol Hall, de 1958 até 1966. O artista deixa 14 filhos e mais de 50 netos.

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Maus tratos da empresária
Uma das três filhas da lenda do blues B.B. King acredita que o pai, de 89 anos, sofria de maus tratos de sua empresária de longa data, Laverne Toney. Patty King falou ao site norte-americano TMZ, que publicou a denúncia no dia 1º de maio deste ano. A filha de B.B. King chamou a polícia no dia anterior para resolver um impasse sobre a hospitalização do pai –ela era favorável e a empresária, contra. Segundo o TMZ, Patty e Laverne vinham travando uma enorme batalha para decidir sobre os cuidados do cantor e guitarrista. Isso porque a empresária tem poder de representação sobre B.B. King. Patty informou, de acordo com o site, que o pai não estava comendo e que seu xixi estava laranja. Os policiais acionados chamaram os paramédicos, que concordaram que o músico deveria passar por uma avaliação médica. A filha do músico chegou a recorrer à justiça para tornar-se representante legal do pai, mas um juiz decidiu que não havia nenhuma evidência de que o guitarrista estava sofrendo abuso. A decisão manteve a empresária Laverne Toney no controle legal dos negócios do músico.