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R.I.P. – Rico Rodriguez

Posted in 2 Tone, Instrumental, RIP, Roots, Ska with tags , , , , , , , on 07/09/2015 by andremod

11954788_1050136871686846_3938510421049283215_nFaleceu na ultima sexta-feira (04 de setembro,) em um hospital de Londres, o musico radicado na Jamaica, Rico Rodriguez. “Rico” (ou Emmanuel Rodriguez) nasceu em 1934 na cidade de Havana (Cuba) e se mudou com a família DSC00560para a Jamaica ainda criança, cresceu em Kingston e foi estudar na famosa Alpha Boys School, uma instituição liderada por freiras católicas em Kingston, que era frequentada por crianças de mulheres solteiras que não poderia dar atenção suficiente aos seus filhos, lá ficou amigo do mestre Don Drummond, que o ensinou a tocar trombone. Entre 1954 e 1957 Rico continuou com a sua educação musical na Stoney Hill Music School, neste período os trombonistas mais populares eram, JJ Johnson e Kai Winding, que se tornariam suas influencias musicais. Foi também nesse tempo que aconteceu seus primeiros trabalhos como musico dentro de um estúdio, Rico participou na primeira sessão de Coxsone Dodd em 1956, quando gravaram com o grupo “Clue J And The Blues Blasters” (youtube), entre muitas canções, a polular “Easy Snappin” (youtube)

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Ainda década de 50, com influencia do percussionista “Count Ossie“, Rodriguez se tornou Rastafári, e no inicio dos anos 60 muda-se para o Reino Unido e começou a tocar em algumas bandas jamaicanas, como seu nome já era bem 11960273_1621424328135436_5345038362692330843_nconhecido no meio das comunidades jamaicanas situadas em Londres , seus discos não demoraram para alcançaram o mercado de música feitos para os imigrantes das Índias Ocidentais, ganhando também a cena dos Clubes locais, onde se apresentou com Georgie Fame’s Blue Flames, e gravou com Emil Shallitt & Siggy Jackson (Melodisc/Blue Beat),s seus solos fantásticos resultaram em gravaçãos com Laurel Aitken (Daniel Saw The Stone” – youtube) e Prince Buster (“Barrister Pardon” – youtube 01 / youtube 02). No final da década 60 vários discos foram liberados pelos selos Trojan Records e Pama, com o seu nome como artista destaque, mas só isso não era suficiente para ganhar a vida, empregos informais na linha de produção era o que lhe dava sustentabilidade a sua vida, apesar de tudo isso ainda formou o grupo Rico and the Rudies e gravou os álbuns: “Blow Your Horn” & “Cat Brixton. Na decada de 70 entrou para a gravadora Island Records, onde gravou o álbum, “Man from Wareika“, um marco na música instrumental jamaicana, criando uma nova relação entre o Reggae e o Jazz, esse destaque ganhou lançamento pelo famoso selo de jazz, Blue Note nos EUA. No final de 1970, com o inicio do punk e o resgate da musica jamaicana pela juventude britânica, nasce a cena 2 Tone, e seu gênero musical que deu novo gás ao já esquecido ritmo Ska, os portas vozes dessa geração era a banda The Specials, que convidou Rico para participar de uma re-gravação da musica “Rudy, A message to you”, originalmente do musico “Dandy Livingston” em 1968. (youtube).

Em 1995, a Island Records lançou o álbum “Roots to the Bone“, uma versão atualizada do trabalho, Man from Wareika.  De 1996, entre outros compromissos, ele tocava com “Jools Holland ‘s Rhythm and Blues Orchestra” e também se apresentou em vários Festivais de Ska por toda a Europa com sua banda.  Aposentou-se de todas as suas atividades em 2012. Em 2007 ele foi premiado com um MBE (Membro da Ordem do Império Britânico) no Palácio de Buckingham, por seus serviços prestados à música e em 2012 ele foi premiado com a Musgrave Medal pelo Institute of Jamaica, em reconhecimento da sua contribuição para a música jamaicana.

Em 21 de setembro de 2013 ele se apresentou no Brasil, na cidade de São Paulo, fazendo shows no CCSP – Centro Cultural São Paulo na Sala Adoniran Barbosa, evento esse que teve entrada franca!

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R.I.P. – B.B. King

Posted in Blues, RIP with tags , , on 15/05/2015 by andremod

Riley Ben King, mais conhecido como B.B. King, morreu aos 89 anos, na noite desta quinta-feira (14), em sua casa em Las Vegas, nos Estados Unidos. A informação foi confirmada à revista “Variety” pelo advogado do músico.

King era conhecido como o “Rei do Blues” e foi responsável por definir o som eletrificado do gênero no pós-guerra. Ele também se tornou o nome mais conhecido do blues mundialmente e o responsável por levar o estilo das áreas rurais dos Estados Unidos para a indústria musical mundial. “Ser um cantor de blues é como ser negro duas vezes”, escreveu King em sua autobiografia, “Blues All Around Me”, sobre a falta de respeito ao estilo musical em comparação ao rock e jazz. “Enquanto o movimento de direitos civis lutava pelo respeito ao povo negro, eu sentia que estava lutando pelo respeito ao blues”, acrescentou. O guitarrista era membro do Hall da Fama do Rock and Roll e do Hall da Fama do Blues e foi considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos (em 2003 foi classificado como o número três de todos os tempos pela revista “Rolling Stone”, atrás apenas de Jimi Hendrix e Duane Allman). Com mais de 50 álbuns, milhões de discos vendidos em todo o mundo e 15 prêmios Grammy, o músico ficou conhecido por sucessos como “Three O’Clock Blues”, dos anos 1950, “The Thrill Is Gone”, de 1970, “When Love Comes to Town”, que gravou em 1989 com os irlandeses do U2. Além disso, influenciou muitos guitarristas, incluindo Eric Clapton.

Doença
King esteve hospitalizado no início do mês por desidratação e complicações de sua diabetes tipo dois. Ele estava com uma turnê marcada para 2014, mas teve que desmarcar os shows por causa da doença. Durante uma apresentação em Chicago em outubro, o músico passou mal no palco devido a desidratação e esgotamento. Ainda faltavam oito apresentações para terminar a temporada. O astro passou vários dias internado no início de abril em virtude de uma desidratação causada pela diabetes. No dia 30, o guitarrista chegou a novamente dar entrada em um hospital em Las Vegas por conta de um pequeno ataque cardíaco. No dia seguinte, ele deixou o centro médico e seguiu com o tratamento em casa. “Estou com cuidados médicos em minha residência em Las Vegas. Obrigado a todos vocês pela torcida e orações”, declarou em seu site recentemente.

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Trajetória
King nasceu em uma fazenda de algodão em setembro de 1925, no Mississipi. Foi criado pela avó e comprou um violão para animar as noites de sua casa, que não tinha energia elétrica. Autodidata, iniciou sua carreira na música quando conseguiu se apresentar no programa de rádio do lendário Sonny Boy Williamson, em 1948. Logo depois passou a ter um quadro de dez minutos dentro da programação da emissora. O apelido B.B. seria uma sigla de “Blues Boy” (garoto do Blues), enquanto seu sobrenome “King” significa Rei, pseudônimo que ele usava em seu programa de rádio. Em 1952, estourou nacionalmente com seu sucesso “Three O’Clock Blues”. A partir daí, o guitarrista emendou um hit atrás do outro e passou a ser o maior astro do blues. Em 1969, conseguiu mais visibilidade ao ser convidado pelos Rolling Stones para abrir os show da turnê que a banda inglesa fez pelos Estados Unidos. Apesar dos problemas de saúde, King vinha se apresentando regularmente, mesmo tocando sentando o tempo todo. Nos últimos anos, fazia cerca de 100 shows por ano e veio ao Brasil cinco vezes, a última em março de 2014. Uma de suas marcas, o rei tinha o costume de chamar suas guitarras de Lucille. O apelido carinhoso surgiu quando King enfrentou um incêndio em um show para salvar um de seus instrumentos. O fogo começou depois de uma briga entre dois homens do público por causa de uma mulher que se chamava Lucille. A marca de instrumentos Gibson fez uma linha exclusiva de guitarras com o mesmo nome para King. O Papa João Paulo 2º chegou a ganhar um exemplar das mãos do músico. Era conhecido por usar poucas notas em suas canções. Com influências de Blind Lemon Jefferson e T-Bone Walker, entre outros, o “vibrato”, a precisão de sua pegada, sua sutileza e o domínio das pausas, as “dead notes”, transformaram o som de “King” em um componente fundamental do vocabulário musical, do qual beberam figuras como Eric Clapton, George Harrison e Jeff Beck e que o levou a entrar para o Hall da Fama do Rock and Roll Hall em 1987. Esses ingredientes permitiram que B.B. King transitasse entre o blues, o swing e o pop mais comercial. “Quando canto, estou tocando em minha cabeça; assim que deixo de cantar com a voz, na realidade continuo ‘cantando’ através de Lucille”, revelou uma vez King. Seu legado musical também teve continuidade com a inauguração de vários clubes de música com sua própria assinatura, sendo o B.B. King’s Blues Club de Beale Street, em Memphis, o primeiro a abrir suas portas em 1991. Ao longo da carreira ganhou 15 Grammys, sendo o último em 2009 pelo álbum “One Kind Favor”. De acordo com o site da premiação, ele é o quarto músico que mais ganhou o troféu.King se casou em duas ocasiões. Primeiro, com Martha Lee Denton, entre 1946 e 1952, e depois, com Sue Carol Hall, de 1958 até 1966. O artista deixa 14 filhos e mais de 50 netos.

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Maus tratos da empresária
Uma das três filhas da lenda do blues B.B. King acredita que o pai, de 89 anos, sofria de maus tratos de sua empresária de longa data, Laverne Toney. Patty King falou ao site norte-americano TMZ, que publicou a denúncia no dia 1º de maio deste ano. A filha de B.B. King chamou a polícia no dia anterior para resolver um impasse sobre a hospitalização do pai –ela era favorável e a empresária, contra. Segundo o TMZ, Patty e Laverne vinham travando uma enorme batalha para decidir sobre os cuidados do cantor e guitarrista. Isso porque a empresária tem poder de representação sobre B.B. King. Patty informou, de acordo com o site, que o pai não estava comendo e que seu xixi estava laranja. Os policiais acionados chamaram os paramédicos, que concordaram que o músico deveria passar por uma avaliação médica. A filha do músico chegou a recorrer à justiça para tornar-se representante legal do pai, mas um juiz decidiu que não havia nenhuma evidência de que o guitarrista estava sofrendo abuso. A decisão manteve a empresária Laverne Toney no controle legal dos negócios do músico.

R.I.P. – Jack Ely (Kingsmen) | Ben E. King (The Drifters)

Posted in Garage, Northern Soul, R&B, RIP, Surf Music with tags , , , , , , , , on 01/05/2015 by andremod

jackEly-solo-Gino_RossiJack Ely: O líder e vocalista do grupo The Kingsmen, que nos anos 1960 popularizou uma das canções mais marcantes da alvorada do rock, Louie Louie, morreu esta segunda-feira (27/04), soube-se esta terça-feira pela sua família. Tinha 71 anos. Em 1963 quando a canção foi lançada, Jack Ely tinha apenas 20 anos. Originalmente escrita por Richard Berry nos anos 1950, a versão dos Kingsmen tornou-se um êxito à escala mundial. São inúmeras as bandas e artistas que fizeram uma versão da canção,como os Beatles, Clash, Bob Dylan ou Iggy Pop. Como vocalista e guitarrista do grupo, Jack Ely também cantava, naturalmente. O seu estilo tinha qualquer coisa de invulgar, de tal forma que a referida canção se viu envolvida em polémica pelas palavras quase incompreensíveis. A controvérsia terá surgido quando uma jovem do estado do Indiana afirmou que a gravação incluía mensagens obscenas quando tocada nas rotações erradas, levando à sua proibição naquele estado. O então director do FBI, J. Edgar Hoover soube desse facto e mandou averiguar o assunto, embora sem resultados. Posteriormente o FBI comunicou que foram feitas investigações, mas apesar do esforços não haviam conseguido decifrar a letra da canção a partir de qualquer tipo de rotação.

Ben E. King: O cantor de soul e R&B, que ficou famoso por interpretar a canção “Stand by me”, morreu aos 76 anos. As informações são do site da BBC. O assessor do cantor disse ao site do jornal “The Telegraph” que King morreu de causas naturais na quinta-feira (30). O músico Gary U.S. Bonds lamentou a morte no Facebook, dizendo que ele era “uma das mais doces, gentis e talentosas almas que tive o privilégio de conhecer e chamar de meu amigo por mais de 50 anos”. King começou sua carreira no fim da década de 1950 com o grupo The Drifters, cantando hits como “There Goes My Baby” e “Save The Last Dance For Me”. A música “Stand by me” está no álbum “Don’t Play That Song”, lançado em 1962 pela gravadora Atco Records, e foi o que levou Ben E. King ao sucesso da carreira solo. Outros sucessos de Ben E. King são “Spanish Harlem”, “Don’t Play That Song (You Lied)” e “Supernatural Thing – Part I”. A lenda do soul teve seis músicas no top 40 da Billboard americana entre 1961 e 1975. Ele retornou às paradas na década de 1980 por conta da inclusão de “Stand by me” na trilha sonora do filme de mesmo nome de 1986. Em 1999, a gravadora BMC anunciou que “Stand by me”, escrita por King com Jerry Leiber e Mike Stoller, foi a quarta música mais tocada no século 20 na TV e nas rádios dos EUA. No início de 2015, a Biblioteca do Congresso dos EUA adicionou a faixa ao Registro Nacional de Gravações, alegando que “a voz incandescente de King fez da música um clássico”. Em 1998, gravou um álbum infantil intitulado “I Have Songs In My Pocket”, escrito e produzido por Bobby Susser. Em 2007, King apresentou “Stand by me” no programa “Late Show with David Letterman”. Em 2013, ele fez uma turnê pelo Reino Unido, e, no ano passado, se apresentou nos Estados Unidos.

R.I.P. – Percy Sledge (2015)

Posted in R&B, RIP, Soul with tags , , , on 15/04/2015 by andremod

1035x1401-98862476O cantor americano de soul e R&B, Percy Sledge, famoso por interpretar a canção “When a man loves a woman“, morreu aos 73 anos, segundo o site da BBC. Segundo a ABC News, o cantor estava lutando há vários anos contra um câncer de fígado. Steve Green, da agência de talentos Artists International Management Inc, confirmou à BBC que Sledge morreu em sua casa em Baton Rouge, em Luisiana (EUA), na manhã desta terça-feira (14/04). “Ele era uma pessoa fantástica e você não encontra isso facilmente nesse meio“, disse Green. Nascido em 25 de novembro de 1941, em Leighton, Alabama, Percy Sledge trabalhou como enfermeiro no início da década de 1960, antes de se tornar músico, e integrava o Hall da Fama do Rock and Roll desde 2005. Composta por Calvin Lewis e Andrew Wright em 1966, “When a man loves a woman” foi o single de estreia de Sledge em sua carreira musical. A balada, que dominou as paradas de sucesso por várias semanas, ocupa a 53ª posição da lista das 500 maiores canções de todos os tempos da revista Rolling Stone. Segundo a revista, Sledge havia acabado de perder o emprego e sua namorada na época que gravou o sucesso. “Eu não tinha dinheiro para viver, e não podia fazer nada para reconquistá-la”, lembrou-se em uma ocasião. Ele improvisou a melodia e a letra antes de dar crédito a seus colegas do pequeno grupo ao qual pertencia e que o ajudou nos arranjos da música. Em 1991, a canção foi regravada por Michael Bolton. “Warm and tender love”, “It tears me up” e “Take time to know her” são outros sucessos cantados por Sledge.

R.I.P. – Don Covay (2015)

Posted in Funk, RIP, Soul with tags , , , on 05/02/2015 by andremod

DON COVAYMorreu aos 76 anos o cantor e compositor Don Covay, nascido na cidade de Orangeburg (Carolina do Sul – EUA), teve sua formação inicial no evangelho, por ser filho de pastor batista, cantando com quarteto de sua família, “The Cherry Keys”, já na adolecencia se juntou ao grupo “The Rainbows“, grupo que tambem fazia parte os cantores Marvin Gaye e Billy Stewart. Em 1957, entrou para o grupo Little Richard Revue , assinou contrato com a Atlantic, lançou seu primeiro single, Bip Bip Bop (com o nome de Pretty Boy), com a sua banda The Upsetters, mas seu primeiro sucesso só viria em 1961, com a musica “Pony Time” (depois sucesso com o cantor Chubby Checker). Em 1964, Covay chega com mais um sucesso: Mercy, Mercy, com seu grupo “The Goodtimers”, e quem fazia parte de seu grupo era nada menos que um tal de Jimi Hendrix… no ano seguinte, mais dois sucessos: “Seesaw” (depois sucesso com a cantora Aretha Franklin) e “Please Do Something and followed up“. Outras composições de sucesso que fazem parte do aval de Covay e que depois fizeram sucesso com outras vozes: Chain of Fools (Aretha Franklin), Letter Full of Tears (Gladys Knight & the Pips), Sookie Sookie (Steppenwolf ), Your Good For Me / Tonight’s the Night (Solomon Burke), Lights Out (Peter Wolf). No fim dos anos 60 Covay formou um supergrupo de R&B, com o nome de The Soul Clan, de qual fazia parte: Solomon Burke, Joe Tex, Ben King e Arthur Conley… apesar de ter um super time de musicos/cantores, só conseguir um sucesso: Soul Meeting (1968). Após isso Covay ficou um tempo sem gravar, voltando em 1973 com mais um hit, “I Was Checkin’ Out, She Was Checkin’ In”, após isso teve varias outras gravações que não tiveram tanto destaque, mas que sempre foram valorizadas pelas gerações seguintes. Em 1992, Covay sofreu um derrame debilitante que iria mantê-lo fora da música até sua morte, no entanto, ele foi homenageado com um álbum de tributo: “Back to the Streets”, e em 1993 recebeu o Prêmio “Pioneer Award by the Rhythm and Blues Foundation”. Mesmo debilitado, ele ainda deixou dois registros no fim da vida: Adlib (2000) e Super Bad (2009).

R.I.P. – Dozy / Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick & Tich

Posted in Beat, Garage, RIP with tags , , , , on 15/01/2015 by andremod

DOZETrevor Ward-Davies, conhecido como Dozy, era baixista e membro fundador da banda “Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick & Tich“, morreu nesta terça-feira (13/01), aos 70 anos, no hospital que estava internado, onde estava se tratando de um problema não divulgado. Dozy começou sua carreira em 1961 no grupo “Flamboyant, formado na cidade de Salisbury, que fica no condado de Wiltshire (Inglaterra), e pouco tempo depois mudou para “Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick & Tich”, que seria os nicknames dos 5 integrantes do grupo. Um dado importante, de 1965 a janeiro de 1970, o grupo passou mais semanas nas paradas do Reino Unido com seus singles, do que os grupos The Kinks e The Who, porem não chegaram a fazer sucesso fora da Inglaterra, como seus conterrâneos. Em depoimento de Ian Amey, mais conhecido como Tich, ele relata: “Ele era muito bom divertido de estar, um amigo muito bom, essa é uma terrivelmente perda”. Atualmente Dozy morava em Patney, perto Devizes (Wiltshire).fab208-68-04-13-bumper

R.I.P. – Carlinhos (Renato e Seus Blue Caps)

Posted in Jovem Guarda, RIP with tags , , , on 06/01/2015 by andremod

10371381_1517245091886694_7753157664249657065_nFaleceu no ultimo sábado (03-01), no Rio de Janeiro, o musico Carlos Alberto da Costa Vieira, conhecido como Carlinhos, que fez parte da formação clássica de Renato e Seus Blue Caps, de ficou no grupo de 1964 a 1968. Foi co-autor de dois sucessos do grupo: “Não Me Diga Adeus” (com Paulo Cézar Barros) e “Lar Doce Lar” (com Renato), Carlinhos_compactoambos no LP de 1967. Em 1969, Carlinhos lançou um compacto simples (destaque na foto) pelo selo Caravelle, com as músicas “Amor Interrogação”, de sua autoria, e “No domingo que vem”, de Elizabeth. Depois disso, somente no ano 2000 retornaria com o CD “De Volta ao Sucesso”, onde adotou o nome artístico de Carlinhos Blue Caps. Ali, regravou “Lar Doce Lar” e “Não Me Diga Adeus”, além de incluir mais oito músicas inéditas. Em 2009, surgiu nas redes sociais a informação de que estava sendo planejado um show com a formação clássica de Renato e Seus Blue Caps. Infelizmente, era apenas uma ideia que vinha sendo articulada por terceiros. Alguns músicos foram abordados, mas o principal, Renato, nem estava sabendo. Quando tomou conhecimento, divulgou um desmentido bastante contundente, visivelmente irritado com o anúncio não autorizado de uma notícia envolvendo o seu grupo. Nos últimos anos, Carlinhos Blue Caps estava postando uma série de vídeos no YouTube sob o título “O amigo de vocês”. Discorria de forma genérica sobre a vida, religião e autoajuda.