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B.B. King – The Ultimate Collection (2005)

Posted in Blues with tags , on 15/05/2015 by andremod

CAPARiley Ben King, mais conhecido como B. B. King, nasceu em uma plantação de algodão em 16 de setembro de 1925 em Itta Bena, perto de Indianola (Mississippi / EUA). Teve uma infância difícil, aos 9 anos, vivia sozinho e colhia algodão para se sustentar, começou por tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da Second Street. Chegou mesmo bb20a tocar em quatro cidades diferentes aos sábados à noite. No ano de 1947, partia para Memphis, no Tennessee, apenas com sua guitarra e $2,50 dólares. Como pretendia seguir a carreira musical, a cidade de Memphis, onde se cruzavam todos os músicos importantes do sul dos Estados Unidos, sustentava uma vasta competitiva comunidade musical em que todos os estilos musicais negros eram ouvidos. Nomes como Django Reinhardt, Blind Lemon Jefferson, Lonnie Johnson, Charlie Christian e T-Bone Walker tornaram-se ídolos de B. B. King. “Num sábado à noite ouvi uma guitarra elétrica que não estava a tocar espirituais negros. Era T-Bone interpretando “Stormy Monday” e foi o som mais belo que alguma vez ouvi na minha vida.” recorda B. B. King, “Foi o que realmente me levou a querer tocar Blues”. A primeira grande oportunidade da sua carreira surgiu em 1948, quando atuou no programa de rádio de Sonny Boy Williamson, na estação KWEM, de Memphis. Sucederam-se atuações fixas no “Grill” da Sixteenth Avenue e mais tarde um anúncio publicitário de 10 minutos na estação radiofónica WDIA, com uma equipe e direção exclusivamente negra. “King’s Sport”, patrocinado por um tônico, tornou-se então tão popular que aumentou o tempo do transmissão e se transformou no “Sepia Swing Club”. King precisou de um nome artístico para a rádio. Ele foi apelidado de “Beale Blues Boy”, como referência à música “Beale Street Blues”, foi abreviado para “Blues Boy King” e eventualmente para B. B. King. Por mera coincidência, o nome de KING já incluía a simples inicial “B”, que não correspondia a qualquer abreviatura. Pouco depois do seu êxito “Three O’Clock Blues”, em 1951, B. B. King começou a fazer turnês nacionais sem parar, atingindo uma média de 275 concertos/ano. Só em 1956 B. B. King e a sua banda fizeram 342 concertos! Dos pequenos cafés, teatros de “gueto”, salões de dança, clubes de jazz e de rock, grandes hotéis e recintos para concertos sinfônicos aos mais prestigiados recintos nacionais e internacionais, B. B. King depressa se tornou o mais conceituado músico de Blues dos últimos 40 anos, desenvolvendo um dos mais prontamente identificáveis estilos musicais de guitarra, a nível mundial.

O seu estilo foi inspirador para muitos guitarristas de rock. Mike Bloomfield, Albert Collins, Buddy Guy, Freddie King, Jimi Hendrix, Otis Rush, Johnny Winter, Albert King, Eric Clapton, George Harrison e Jeff Beck foram apenas alguns dos que seguiram a sua técnica como modelo. Em 1969, B. B. King foi escolhido para a abertura de 18 concertos dos Rolling Stones. Em 1970 fez uma turnê por Uganda, Nigéria e Libéria, com o patrocínio governamental dos E.U.A. Começou a participar da maioria dos festivais de Jazz por todo o mundo, incluindo o Newport Jazz Festival e o Kool Jazz Festival New York, e sua presença tornou-se regular no circuito por universidades e colégios. Em 1989 fez uma turnê de três meses pela Austrália, Nova Zelândia, Japão, França, Alemanha Ocidental, Países Baixos e Irlanda, como convidado especial dos U2, participando igualmente no álbum Rattle and Hum, deste grupo, com o tema “When Love Comes to Town”. Em 26 de julho de 1996, aproveitando ter um concerto agendado para Stuttgart, deslocou-se de propósito de avião até à base aérea de Tuzla, para atuar perante tropas da Suécia, Rússia, Bélgica e E.U.A., estacionadas na Bósnia num esforço conjunto de manutenção da paz. No dia seguinte, voou para a base aérea de Kapsjak, para nova atuação junto de tropas norte-americanas. B. B. King confessa: “Foi emocionante atuar para estes homens e mulheres. Apreciamo-los e queremos que eles saibam que têm o nosso total apoio na sua árdua tarefa de manutenção da paz.”

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B. B. King terminou 1996 com uma turnê pela América Latina, com concertos no México, Brasil, Chile, Argentina, Uruguai e, pela primeira vez, no Peru e Paraguai. O “Rei dos Blues” totalizou mais de 90 países onde atuou. Ao longo dos anos tem sido agraciado com diversos Grammy Awards: melhor desempenho vocal masculino de Rhythm & Blues, em 1970, com “The Thrill is Gone”, melhor gravação étnica ou tradicional, em 1981, com “There Must Be a Better World Somewhere”, melhor gravação de Blues tradicionais, em 1983, com “Blues’N Jazz” e em 1985 com “My Guitar Sings the Blues”. Em 1970, Indianopola Missisipi Seeds concede-lhe o “Grammy” de melhor capa de álbum. A Gibson Guitar Co. nomeou-o “Embaixador das guitarras Gibson no Mundo”.

Musicas:
01. Three O’ Clock Blues
02. Please Love Me
03. You Upset Me, Baby
04. Sweet Sixteen Parts One & Two
05. Rock Me Baby
06. How Blue Can You Get?
07. Everyday I Have The Blues
08. Sweet Little Angel
09. Don’t Answer The Door
10. Paying The Cost To Be The Boss
11. The Thrill Is Gone
12. Nobody Loves Me But My Mother
13. Chains And Things
14. Ain’t Nobody Home
15. I Like To Live The Love
16. Never Make A Move Too Soon
17. Better Not Look Down
18. There Must Be A Better World Somewhere
19. When Love Comes To Town
20. Ten Long Years
21. I’ll Survive

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R.I.P. – B.B. King

Posted in Blues, RIP with tags , , on 15/05/2015 by andremod

Riley Ben King, mais conhecido como B.B. King, morreu aos 89 anos, na noite desta quinta-feira (14), em sua casa em Las Vegas, nos Estados Unidos. A informação foi confirmada à revista “Variety” pelo advogado do músico.

King era conhecido como o “Rei do Blues” e foi responsável por definir o som eletrificado do gênero no pós-guerra. Ele também se tornou o nome mais conhecido do blues mundialmente e o responsável por levar o estilo das áreas rurais dos Estados Unidos para a indústria musical mundial. “Ser um cantor de blues é como ser negro duas vezes”, escreveu King em sua autobiografia, “Blues All Around Me”, sobre a falta de respeito ao estilo musical em comparação ao rock e jazz. “Enquanto o movimento de direitos civis lutava pelo respeito ao povo negro, eu sentia que estava lutando pelo respeito ao blues”, acrescentou. O guitarrista era membro do Hall da Fama do Rock and Roll e do Hall da Fama do Blues e foi considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos (em 2003 foi classificado como o número três de todos os tempos pela revista “Rolling Stone”, atrás apenas de Jimi Hendrix e Duane Allman). Com mais de 50 álbuns, milhões de discos vendidos em todo o mundo e 15 prêmios Grammy, o músico ficou conhecido por sucessos como “Three O’Clock Blues”, dos anos 1950, “The Thrill Is Gone”, de 1970, “When Love Comes to Town”, que gravou em 1989 com os irlandeses do U2. Além disso, influenciou muitos guitarristas, incluindo Eric Clapton.

Doença
King esteve hospitalizado no início do mês por desidratação e complicações de sua diabetes tipo dois. Ele estava com uma turnê marcada para 2014, mas teve que desmarcar os shows por causa da doença. Durante uma apresentação em Chicago em outubro, o músico passou mal no palco devido a desidratação e esgotamento. Ainda faltavam oito apresentações para terminar a temporada. O astro passou vários dias internado no início de abril em virtude de uma desidratação causada pela diabetes. No dia 30, o guitarrista chegou a novamente dar entrada em um hospital em Las Vegas por conta de um pequeno ataque cardíaco. No dia seguinte, ele deixou o centro médico e seguiu com o tratamento em casa. “Estou com cuidados médicos em minha residência em Las Vegas. Obrigado a todos vocês pela torcida e orações”, declarou em seu site recentemente.

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Trajetória
King nasceu em uma fazenda de algodão em setembro de 1925, no Mississipi. Foi criado pela avó e comprou um violão para animar as noites de sua casa, que não tinha energia elétrica. Autodidata, iniciou sua carreira na música quando conseguiu se apresentar no programa de rádio do lendário Sonny Boy Williamson, em 1948. Logo depois passou a ter um quadro de dez minutos dentro da programação da emissora. O apelido B.B. seria uma sigla de “Blues Boy” (garoto do Blues), enquanto seu sobrenome “King” significa Rei, pseudônimo que ele usava em seu programa de rádio. Em 1952, estourou nacionalmente com seu sucesso “Three O’Clock Blues”. A partir daí, o guitarrista emendou um hit atrás do outro e passou a ser o maior astro do blues. Em 1969, conseguiu mais visibilidade ao ser convidado pelos Rolling Stones para abrir os show da turnê que a banda inglesa fez pelos Estados Unidos. Apesar dos problemas de saúde, King vinha se apresentando regularmente, mesmo tocando sentando o tempo todo. Nos últimos anos, fazia cerca de 100 shows por ano e veio ao Brasil cinco vezes, a última em março de 2014. Uma de suas marcas, o rei tinha o costume de chamar suas guitarras de Lucille. O apelido carinhoso surgiu quando King enfrentou um incêndio em um show para salvar um de seus instrumentos. O fogo começou depois de uma briga entre dois homens do público por causa de uma mulher que se chamava Lucille. A marca de instrumentos Gibson fez uma linha exclusiva de guitarras com o mesmo nome para King. O Papa João Paulo 2º chegou a ganhar um exemplar das mãos do músico. Era conhecido por usar poucas notas em suas canções. Com influências de Blind Lemon Jefferson e T-Bone Walker, entre outros, o “vibrato”, a precisão de sua pegada, sua sutileza e o domínio das pausas, as “dead notes”, transformaram o som de “King” em um componente fundamental do vocabulário musical, do qual beberam figuras como Eric Clapton, George Harrison e Jeff Beck e que o levou a entrar para o Hall da Fama do Rock and Roll Hall em 1987. Esses ingredientes permitiram que B.B. King transitasse entre o blues, o swing e o pop mais comercial. “Quando canto, estou tocando em minha cabeça; assim que deixo de cantar com a voz, na realidade continuo ‘cantando’ através de Lucille”, revelou uma vez King. Seu legado musical também teve continuidade com a inauguração de vários clubes de música com sua própria assinatura, sendo o B.B. King’s Blues Club de Beale Street, em Memphis, o primeiro a abrir suas portas em 1991. Ao longo da carreira ganhou 15 Grammys, sendo o último em 2009 pelo álbum “One Kind Favor”. De acordo com o site da premiação, ele é o quarto músico que mais ganhou o troféu.King se casou em duas ocasiões. Primeiro, com Martha Lee Denton, entre 1946 e 1952, e depois, com Sue Carol Hall, de 1958 até 1966. O artista deixa 14 filhos e mais de 50 netos.

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Maus tratos da empresária
Uma das três filhas da lenda do blues B.B. King acredita que o pai, de 89 anos, sofria de maus tratos de sua empresária de longa data, Laverne Toney. Patty King falou ao site norte-americano TMZ, que publicou a denúncia no dia 1º de maio deste ano. A filha de B.B. King chamou a polícia no dia anterior para resolver um impasse sobre a hospitalização do pai –ela era favorável e a empresária, contra. Segundo o TMZ, Patty e Laverne vinham travando uma enorme batalha para decidir sobre os cuidados do cantor e guitarrista. Isso porque a empresária tem poder de representação sobre B.B. King. Patty informou, de acordo com o site, que o pai não estava comendo e que seu xixi estava laranja. Os policiais acionados chamaram os paramédicos, que concordaram que o músico deveria passar por uma avaliação médica. A filha do músico chegou a recorrer à justiça para tornar-se representante legal do pai, mas um juiz decidiu que não havia nenhuma evidência de que o guitarrista estava sofrendo abuso. A decisão manteve a empresária Laverne Toney no controle legal dos negócios do músico.

The Best of Don Covay (Coletaneas Especiais A Cena – 2015)

Posted in Blues, Coletâneas, Coletâneas A Cena, Funk, Soul with tags , , , , , on 05/02/2015 by andremod

ob-main-CovayEis aqui mais uma compilação especial e exclusiva da Cena, agora fazendo uma homenagem postuma ao mestre “Don Covay”, com uma coletanea com classicos e raridades, de sua carreira que remete dos anos 50 até meados dos anos 70. Aqui podemos destacar hits como: “Chain Of Fools”, em versão instrumental, “Mercy Mercy”, “Pony Time”, “See Saw”, “Sookie Sookie”… entre outras pedradas, é só baixar e curtir!

Musicas:
01. Ain´t that silly
02. Bad mouthing
03. Bip bop bip
04. Black woman
05. Chain of fools
06. Come see about me
07. Everything I do goin´be funky
08. I was checking out she was checking in
09. If there´s a will there´s a way
10. I´ll be satisfied
11. Iron out the rough spot
12. It´s in the wind
13. Key to the highway
14. Mercy mercy
15. Nine times a man
16. Once you had it
17. Please don´t let me know
18. Pony Time
19. See Saw
20. Shingaling 67
21. Snake in the grass
22. Somebody´s been enjoying my home
23. Somebody´s got to love you
24. Sookie sookie
25. Sweet pea
26. Take this hurt off me
27. The boomerang
28. The froog
29. Twistin´train
30. You you

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Jai Malano – Show no Lado B (2014)

Posted in Blues, Evento, Show with tags , , , , on 29/11/2014 by andremod

10301428_859734837391964_663817528159012849_nNovamente o bar Lado B traz mais um grande nome do Blues para alegria dos fãs, neste domingo (30/11) a cantora americana, Jai Malano, que vem diretamente de Austin (Texas), de onde saíram mestres como Lightnin Hopkins, T-Bone Walker e Stevie Ray Vaughan… chega em Curitiba para mostrar porque é uma das grandes novas vozes do gênero. Ela começou sua carreira na musica ainda criança cantando no coral da Igreja Batista de Austin, mas começou a cantar profissionalmente em 2010, após ser descoberta por um empresário do ramo musical, foi convidada a ser vocalista principal da Orquestra The Royal Rhythmaires. Caiu na estrada com a banda pelo Texas, Illinois, Oklahoma, Iowa, Nevada… mas foi na Inglaterra que ela recebeu os maiores elogios: foi comparada a Etta James, Lavern Baker e Ruth Brown na capa da revista UK Rock N Roll Magazine – um feito relâmpago para uma artista tão jovem.

Neste domingo a cantora se apresenta com o musico Igor Prado e a banda Decio Caetano Blues Band – O bar Lado B fica na rua Inácio Lustosa, 517 (próximo da rua Trajano Reis), com abertura as 19h e entrada FREE.

Flashbacks Collections – Drug Songs / Crazy & Obscure / Hot & Sexy (2005)

Posted in Adulto, Blues, Coletâneas, Jazz with tags , , , , , , , on 24/11/2014 by andremod

3910422Aqui temos 3 coletâneas de jazz e blues que pegam o período de 1914 a 1946, produzido e compilado pelo selo alemão Trikont. A peculiariedade dessas seleções está na temática escolhida, assuntos que na época eram tidos como tabus e não tinham bons olhos na sociedade conservadora, como drogas, insanidade, excentricidade, sensualidade, libido e sexo – todos as seleções para download no fim do post:

CAPAS

Musicas:
Vol.01 – High & Low (Drug Songs 1917-1944)
01. The Ink Spots – That Cat Is High
02. Champion Jack Dupree – Junker’s Blues
03. Harry “The Hipster” Gibson – Who Put the Benzedrine In Mrs. Murphys Ovaltine
04. Blue Lu Barker – Don’t You Make Me High
05. Kansas Joe & Memphis Minnie – I’m Wild About My Stuff
06. Stuff Smith & his Onyx Club Boys – You’re A Viper
07. McKinney Cotton Pickers – Selling That Stuff
08. Peter Cleighton with Blind John Davis – Moonshine Man Blues
09. Florence Desmond – Cigarettes, Cigars
10. Mills Blue Rhythm Band – Minnie The Moochers Wedding Day
11. Cab Calloway – The Ghost Of Smokey Joe
12. Waring’s Pennsylvanians – Let’s Have Another Cup Of Coffee
13. Victoria Spivey & Lonnie Johnson – Dope Head Blues
14. Ella Fitzgerald & Chick Webb & his Orchestra – Wacky Dust
15. Bukka White – Fixin’ To Die Blues
16. Memphis Jug Band – Cocaine Habit Blues
17. Baron Lee & The Rhythm Band – Reefer Man
18. Dick Justice – Cocaine
19. Asa Martin – Jake Walk Papa
20. Louis Armstrong – Kickin’ The Gong Around
21. Rosetta Howard & The Harlem Hamfats – The Candy Man
22. Ray Noble & The New Mayfair Orchestra – Repeal The Blues
23. Gene Krupa & his Orchestra – Feeling High And Happy
24. Jean Brady & Big Bill Broonzy – Knockin’ Myself Out
25. Herbert Payne – Smoke Clouds

Vol.02 – Novelty Songs (Crazy & Obscure 1914-1946)
01. The Andrew Sisters – Boogie Woogie Bugle Boy
02. Hossier Hot Shots – I Like Bananas Because They Have No Bones
03. Groucho Marx – I’m Against It
04. George Van Dusen – Yodeling Chinaman
05. The Ink Spots – Mama Don’t Allow
06. Lonzo & Oscar – I’m My Own Grandpa
07. Six Jumping Jacks – I Do Not Choose To Run
08. Spike Jones – Ta-Hu-Wa-Hu-Wai (Hawaiian War Chant)
09. Danny Kaye – Tchaikovsky (And Other Russians)
10. Ross & Sargent – Nellie The Nudist Queen
11. Kanaui e Lula – Tomi, Tomi
12. Billy Costello – I’m Popeye, The Sailor Man
13. Warings Pennsylvanians – I Scream, You Scream
14. Cab Calloway – The Scat Song
15. Jimmy Durante – Inka Dinka Doo
16. Carmem Miranda – I Yi Yi Yi Yi
17. Billy Murray – The Little Old Ford
18. Slim Gaillard e Slam Stewart – Palm Springs Jump
19. De Ford Bailey – Pan American Blues
20. Stan Laurel e Oliver Hardy – Bed Strings
21. The 5 Jones Boys – Mr Ghost Goes To Town
22. Ronald Frankau e Monte Crick – Everyone’s Got Sex-Appeal For Someone
23. Viennese Seven Singing Sisters – William Tell Overture
24. Memphis Jug Band – Insane Crazy Blues
25. Little Jack Little – I Always wanted to waltz in Berlin
26. Whit Cunlife – Hoch, Hoch Der Kaiser!
27. Spike Jones – Der Fuhrer’s Face
28. Eventuel Karl Valentin e Liesl Karlstadt – The Okey Laughing Record

Vol.03 – Copulation Blues ( Hot & Sexy 1926-1940)
01. Alberta Hunter – You Can’t Tell The Difference After Dark
02. Oscars Chicago Swingers – New Rubbing On That Darn Old Thing
03. Sophie Tucker – He Hadn’t Up Till Yesterday
04. Oscar Chicago Swingers – I Wonder Who’s Boogiein’ My Woogie Now
05. Mississippi Mud Mashers – Bring It On Home To Grandman
06. Harlem Hamfats w-Frankie Halfpint Jaxon – Wet It (Let The Good Work Go On)
07. Cab Calloway – Nobody’s Sweetheart
08. Mary Dixon – Daddy, You Got Ev’rything
09. Ethel Waters – My Handy Man
10. Butterbeans e Suzie – Elevator Papa, Switchboard Mama
11. Lil Johnson e Black Bob – Press My Button, Ring My Bell
12. Bea Foote – Try And Get It
13. State Street Singers – Don’t Tear My Clothes No. 2
14. Victoria Spivey – Black Snake Blues
15. Clarence Williams – Street Walkin’ Blues
16. Tampa Red´s Hokym Jazz Band – My Daddy Rocks Me (With One Steady Roll)
17. Hokum Boys – Caught Us Doin’ It
18. Clarence Williams – Organ Grinder Blues
19. Unbekanntes Duett – Electric Man
20. Blind Boy Fuller – Shake It, Baby
21. Bob Howe e Frankie Giggs – Hottest Stuff In Town
22. Light Crust Dough Boys – Pussy, Pussy, Pussy
23. Mae West – A Guy What Takes His Time
24. Art Fowler e his Ukulele – No Wonder She’s A Blushing Bride
25. Lucille Bogan – Shave ‘Em Dry

Download: CD01 / CD02 / CD03

Mud Morganfield – Discografia (2008/2012)

Posted in Blues, Especial A Cena with tags , , , on 19/11/2014 by andremod

hhhhhMud Morganfield: nasceu em 1954 na cidade de Chicago, e é o primogênito do casal Muddy Waters e Mildred Williams. Quando Morganfield tinha oito anos de idade, seus pais se divorciaram e Waters saiu da casa. Morganfield foi criado por sua mãe e sete tios com visitas ocasionais de Waters,  apesar dos esforços de Waters a estar disponíveis para o seu filho, Morganfield nunca conheceu seu pai. A respeito de sua infância em Chicago, Morganfield diz: “Eu não tive o prazer de levantar e caminhar pela beira do lago e observar o mar, ou algo assim. Eu vim e havia tiros, e alguém poderia começado a te bater na rua… eu vi os bêbados, as drogas, eu posso esquecer essas coisas, porque elas tornam-se quem sou hoje…”

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Apesar de ter crescido rodeado por música, Morganfield não pensava em se tornar um músico profissional até depois da morte de seu pai em 1983. Nesse momento, Morganfield estava dirigindo caminhões para viver, porém era um sonho recorrente de seu pai, Muddy Waters, e isso o ajudou a ser um bluesman profissional que hoje faz shows por todo o mundo. Morganfield começou sua carreira musical em clubes de blues no lado sul de Chicago, onde realizou uma mistura do trabalho de seu pai e suas musicas próprias.  No que diz respeito as suas performances de canções Muddy Waters, além de seu próprio material, Morganfield diz: “Eu comecei a cantar para mostrar ao mundo que o pai me deixou aqui. Eu amo e tenho orgulho de cantar suas músicas, assim como eu amo e sempre vou me orgulhar dele… não estou tentando ser Muddy Waters, sou Mud Morganfield, mas quando estou no palco eu sempre sinto que ele está lá comigo e isso significa tanto pra mim que posso subir no palco e manter a sua música viva ao redor do mundo”.

Discografia – Musicas:
2008 – Fall Waters Fall
01. What´s that that you got
02. Mean old woman
03. Fall Waters fall
04. Easy lover
05. Sugar baby
06. Satisfied
07. I love what I love
08. Cigarettes
09. You gonna miss me
10. Same thing

2008 – Mud Morganfield & The Dirty Aces (Live)
01. D.A. Strut
02. Been mistreated
03. Walkin´thru the park
04. Forty days and forty nights
05. What is that that you got
06. Hoochie coochie man
07. You gonna miss me
08. I´m ready
09. Mannish boy

2012 – Son of the Seventh Son
01. Short dress woman
02. Son of the seventh son
03. Love to flirt
04. Catfishing
05. Health
06. Loco motor
07. Money (Cant buy everything)
08. Midnight lover
09. Go ahead and blame me
10. Leave me alone
11. Aou can´t lose what you ain´t never had
12. Blues in my shoes

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Mud Morganfield no Crossroads (Show – 2014)

Posted in Blues, Show with tags , , , , , , , on 18/11/2014 by andremod

mus_postfaceAcontece no próximo dia 21/11 (sexta-feira) no bar Crossroads, um show único do bluesman, Mud Morganfield, filho do lendário Muddy Waters, a abertura fica por conta da banda “Tony Caster & The Black Mouth Dogs Blues“. Veja mais informações abaixo ou pelo telefone: (41) 3243-3711

Mud Morganfield (Facebook) / Crossroads (Facebook)

Local: Crossroads
Endereço: Av. Iguaçu 2310 (Água Verde)
Inicio: 21h
Entrada: 1º Lote – R$ 40 (Ingressos apenas no local: dinheiro, cartões de débito/crédito Visa & Mastercard)
Evento / Facebook